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Espaço Jovem obteve aprovação de 93,5% dos participantes da Consciência Cristã

93,5% dos participantes do 17º Encontro para a Consciência Cristã aprovaram o Espaço Jovem. Esse dado foi constatado através de pesquisa feita pelo Grupo 6 Sigma, entre os dias 13 e 25 de fevereiro deste ano, para avaliar o nível de satisfação do público do evento. Foram entrevistados participantes do encontro procedentes de Campina Grande e de outras cidades e estados do país.

A pesquisa ainda revelou que 50,5% dos entrevistados consideraram o Espaço Jovem como ótimo e 43,0%, como bom. Apenas 4,5% dos entrevistados consideraram o ambiente como sendo regular.

O Pavilhão Jovem foi uma das estruturas montadas no Parque do Povo para a 17ª Consciência Cristã. O ambiente recebeu o 15º Encontro para a Juventude e a 5ª edição da Consciência Cristã Teen, onde passaram os principais preletores da 17ª Consciência Cristã.

O 17º Encontro para a Consciência Cristã ocorreu de 12 a 17 de fevereiro deste ano, no Complexo do Parque do Povo, em Campina Grande. Em 2016, a 18ª Consciência Cristã será realizada entre os dias 04 e 09 de fevereiro, na cidade de Campina Grande – Paraíba.

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Para o presidente da ACCG, Campina Grande tem sido fortalecida pela Consciência Cristã

O 17º Encontro Para a Consciência Cristã continua repercutindo positivamente em todo Estado, principalmente em Campina Grande. É o que confirmam as palavras de representantes de entidades representativas ouvidas a respeito, a exemplo do presidente da Associação Comercial de Campina Grande – ACCG, Álvaro Moraes de Barros. Durante reunião com o presidente da VINACC, Euder Faber Guedes Ferreira, Álvaro ressaltou que cidade tem sido grandemente fortalecida economicamente através da Consciência Cristã.

– Esse encontro é fabuloso. Vejo que mais 54,9% eram de pessoas que residem em outros Estados, como Rio Grande do Norte, que trouxe 40,7% dos turistas da Consciência, além de Pernambuco, Bahia, Ceará, Alagoas, Paraná, Sergipe, Maranhão, São Paulo, Minas Gerais, Distrito Federal, Rio de Janeiro, Piauí e Mato Grosso, de forma que tudo isto nos deixa alegres –, disse.

Álvaro Barros recebeu do pastor Euder Faber uma revista, que mostra detalhes importantes da “Pesquisa de Satisfação e Impacto Econômico na Cidade”, realizada pelo Grupo 6Sigma. A pesquisa demonstrou que o impacto proporcionado pelos participantes da Consciência Cristã foi de quase R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais). Ele ficou impressionado também com o número de turistas hospedados em hotéis. Pela pesquisa, 1551 turistas (55%), que vieram à Rainha da Borborema durante o carnaval eram participantes do 17º Encontro Para a Consciência Cristã.

Além dessas informações, o presidente da ACCG ouviu do pastor Euder Faber o índice de aprovação do evento, que este ano foi 92,4% (ótimo e bom). Para 54,2% dos entrevistados a Consciência Cristã superou todas as suas expectativas. Além disso, 99,3% dos ouvidos garantiram incentivar outros irmãos a virem a Campina Grande na Consciência Cristã de 2016.

Outra surpresa dos dados da pesquisa está no modo como as pessoas tomaram conhecimento do evento. 40,3% afirmaram que foi através de parentes e amigos que já tinham participado anteriormente do encontro; 32,2%, por meio da divulgação feita nas igrejas da Paraíba e de outros Estados; internet – 10,0%; televisão – 12,5%. Outra pequena parcela de 5% dos visitantes garantiu que foi via rádio, outdoors, mala direta, jornal impresso, adesivos e panfletos do evento.

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Romero Rodrigues recebe relatório do Impacto Econômico pela Consciência Cristã

O Diretor Executivo da VINACC, Euder Faber Guedes Ferreira, foi recebido na manhã desta quarta-feira (20/05) pelo prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues Veiga. A reunião aconteceu na Agência Municipal de Desenvolvimento (AMDE) e serviu para o chefe do Executivo campinense tomar ciência da formatação da várias ações previstas pela VINACC, a exemplo do Projeto São João 1:29 (2ª edição), durante o mês de junho vindouro, e o 18º Encontro Para a Consciência Cristã, que será realizado de 4 a 9 de fevereiro de 2016 no Parque do Povo. Outro fato marcante do encontro foi o Relatório da Pesquisa de Satisfação e Impacto Econômico, realizada no período do 17º Encontro Para a Consciência Cristã pelo Grupo 6Sigma.

O pastor Euder Faber afirmou ao prefeito campinense que a VINACC promove várias iniciativas de apoio à Igreja e à evangelização. Um exemplo será o Projeto São João 1:29, que ocorrerá na semana de maior movimento da festa do São João, nos dias 19, 20, 23, 26 e 27 de junho. Explicou ainda que esse trabalho atende a uma das missões da instituição: Levar a mensagem cristã aos que ainda não foram alcançados através da distribuição de panfletos evangelísticos no Terminal Rodoviário Argemiro de Figueiredo, no Aeroporto João Suassuna, no Sítio São João, no Trem do Forró e no Salão do Artesanato. Ademais, haverá aconselhamento, oração e ação social nos principais pontos da festa.

O dirigente da VINACC e coordenador geral do Encontro Para a Consciência Cristã levou ao conhecimento de Romero Rodrigues o lançamento da 18ª Consciência Cristã na penúltima noite do 17º Encontro Para a Consciência Cristã, com a inclusão de palestrantes como o internacional Conrad Mbewe, da Zâmbia, e os brasileiros Augustus Nicodemus (GO), Russell Shedd (SP), Hernandes Dias Lopes (ES), Heber Campos Jr. (SP), Jonas Madureira (SP), Ciro Sanches Zibordi (RJ), Solano Portela (SP), Sillas Campos (SP), Geremias Couto (RJ), Ricardo Bitun (SP), Franklin Ferreira (SP), entre outros.

– A forma como se trabalha na Consciência Cristã é diferente e interessante, pois a divulgação de palestrantes para o ano seguinte dá mais tranquilidade para o povo se programar para voltar a Campina Grande -, destacou Romero Rodrigues.

O prefeito recebeu, também, do pastor Euder Faber, uma revista com o Relatório da Pesquisa de Satisfação e Impacto Econômico, realizada este ano durante a 17ª Consciência Cristã pelo Grupo 6Sigma.

Os dados da pesquisa foram explicados detalhadamente pelo pastor Euder. Contudo, dois chamaram a atenção do prefeito: O perfil dos turistas e o da hospedagem na rede hoteleira. A pesquisa concluiu que mais de três mil e duzentos turistas passaram pela Consciência Cristã, sendo que 1.551 – num total de 55% – se hospedaram na rede hoteleira. De acordo com a pesquisa, esse impacto econômico gerado pela Consciência Cristã – 2015, foi de quase R$ 3.000.000,00 (três milhões).

Romero Rodrigues elogiou a VINACC pela coordenação exitosa da Consciência Cristã antes, durante e depois de cada edição, como é o caso da divulgação, citando como exemplo os dados dessa pesquisa, que ele já havia tomado conhecimento através da mídia (internet, TVs e rádios) numa demonstração inequívoca do zelo e da responsabilidade de cada pessoa envolvida organização.

– Não há dúvida quanto à importância da Consciência Cristã para a cidade, pois não existiu nenhum aspecto negativo. Tudo foi positivo -, testemunhou Romero Rodrigues.

APOIO – Para 2016, Romero Rodrigues assegurou apoio da Prefeitura às hospedagens alternativas. Ele colocará escolas do Município à disposição da Consciência Cristã para abrigar pessoas que virão de várias partes do Brasil, que, em geral, não optam por hotéis.

Para o pastor Euder Faber, esse apoio será importante, pois diminuirá o sofrimento na busca à hospedagens alternativas, como tem acontecido nos últimos dois anos.

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Ed René Kivitz e o Evangelho politicamente correto

Tenho escrito alguns textos pelos quais venho demonstrando que há uma orquestração evangelicofóbica em curso no Brasil. A grande mídia tem se aproveitado de casos isolados, mal esclarecidos, ainda sob investigação, para afirmar — ou, pelo menos, sugerir — que os evangélicos são intolerantes, preconceituosos e homofóbicos. E ela tem recebido apoio de líderes evangélicos famosos, como o pastor progressista e universalista Ed René Kivitz, um dos principais propagadores do movimento Missão Integral.

Kivitz concedeu, há poucos dias, uma entrevista à BBC (British Broadcasting Corporation) Brasil, pela qual procurou mostrar-se equilibrado e, sobretudo, politicamente correto quanto aos assuntos que envolvem o evangelicalismo brasileiro. Ele disse, por exemplo, que é a favor dos “direitos LGBTs” — por entender “que são cidadãos, independentemente da minha concordância com a orientação sexual ou a identidade de gênero que eles têm” —, mas ignorou o outro lado da moeda: os ativistas desse movimento zombam do Evangelho e querem desconstruir a família mediante projetos aberrantes, como a Ideologia de Gênero. Ele também relativizou a questão do aborto: afirmou que é contrário a essa prática, mas “a favor de uma melhor compreensão da legislação em termos de saúde pública e da preservação da mulher”.

O entrevistador da BBC Brasil perguntou: “o senhor acredita que pessoas com maior tendência à intolerância religiosa possam estar encontrando amparo nestas posições, ao verem figuras influentes no cenário nacional mantendo uma ideologia de confronto e não de conciliação com relação a grupos com visões diferentes, sejam estes grupos de outras religiões, LGBTs, defensores do aborto, minorias, etc?” E Kivitz respondeu, em outras palavras, que os evangélicos não devem discordar de comportamentos presentes na sociedade, isto é, não devem pregar contra o pecado, à luz da Bíblia, para não parecerem ofensivos, desamorosos e criarem “um ambiente propício para que gente doente, ignorante, mal esclarecida e mal resolvida dê vazão ao seus impulsos de violência, de rejeição ao próximo, aos seus ímpetos de prepotência, à sua ambição e sede de poder, à sua personalidade opressiva”.

Kivitz critica o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, e a bancada evangélica de modo geral, afirmando que “essas lideranças evangélicas que estão presentes na mídia e no cenário político brasileiros merecem a hashtag #nãomerepresentam”. Ele defende a ideia de que um parlamentar evangélico, ao chegar à Câmara, “deveria deixar de ser evangélico e se tornar um defensor da cidadania. Claro que ele tem todos os seus valores, convicções religiosas e opções ideológicas, mas ele não está lá para defender a cabeça dele, nem o segmento da sociedade que o colocou lá”.

Considero esse argumento de Ed René Kivitz contraditório e perigoso. Afinal, o deputado evangélico foi eleito pela comunidade evangélica, e esta tem o direito de participar da política ativamente. Kivitz deveria considerar o outro lado da moeda: a bancada evangélica é necessária porque existe, também, a bancada evangelicofóbica, que trabalha dia e noite contra a fé evangélica e a cosmovisão judaico-cristã, propondo leis contrárias à vida, à família, bem como à liberdade de culto e de expressão. Veja, por exemplo, o caso da Ideologia de Gênero, que os progressistas querem impor “na marra” à sociedade. Os deputados evangélicos e católicos estão fazendo, em Brasília, um importante trabalho no combate a essa excrescência que visa à desconstrução da família.

Segue-se que é equivocada a ideia de que o evangélico (ou qualquer outro religioso) não pode participar da política, sendo obrigado a despir-se de suas convicções ao participar do parlamento. Ainda que o Estado seja laico, a sociedade é diversa, formada por vários grupos (católicos, evangélicos, espíritas, ateus, agnósticos, etc.), portadores de várias opiniões. Todos os segmentos da sociedade devem ser ouvidos e participar da política. Ou será que nós, os evangélicos, devemos ficar bem quietinhos, permitindo que a agenda dos abortistas e inimigos da família seja implementada?

Finalmente, na entrevista à BBC, Ed René Kivitz disse que está buscando espaço para mostrar um lado mais “ponderado, inclusivo e progressista” dos evangélicos. Ele está, na verdade — falo com conhecimento de causa, pois já assisti a várias pregações suas, na Internet —, defendendo um evangelho de facilidades, não confrontador, que visa a uma convivência ecumênica e agrada a todos, dizendo às pessoas o que elas desejam ouvir, e não o que elas precisam ouvir. Ou seja, apesar de Kivitz ser um bom comunicador, intelectual, filósofo, é também adepto do universalismo e não prega o autêntico Evangelho do arrependimento e da “porta estreita” (cf. Mt 4.17; 7.13,14; Jo 3.16; Rm 10.9,10).

Texto por: Ciro Sanches Zibordi

Referências: KIVITZ, Ed René. Tom ‘bélico’ de alguns líderes evangélicos cria clima propício à intolerância, diz pastor. BBC Brasil, 2015. Disponível em: . Acesso em: 24 jun. 2015.

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Projeto São João 1:29 evangeliza nos festejos juninos – Repórter Junino

“Quem é este João?” Esta pergunta tem sido reproduzida por um grupo de pessoas por todo o Parque do Povo. Cristãos de várias cidades da Paraíba estão juntos na tentativa de mostrar um João diferente e que vai além das festividades celebradas nesta época do ano. Buscando oferecer um ombro amigo aos que sentem dores na alma, este grupo se esforça nas  abordagens individuais com o objetivo de promover palavras de esperança e consolo a qualquer um que necessite.

Confira a reportagem completa do Repórter Junino aqui.

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Lavar pés ou pregar o Evangelho?

Li alhures que um certo pastor — não me pergunte o nome dele, por favor — “lavou os pés de gay, mãe-de-santo, ateu e outros que sofrem com o preconceito dos evangélicos”. O texto sugere que o tal ato foi exemplar, uma vez que muitos evangélicos têm sido preconceituosos. Ademais, o texto exalta a conduta do pastor, colocando-o, por assim dizer, em um pedestal, como se ele, sim, tivesse amor pelos pecadores e compromisso com o Evangelho. Menos, gente, menos…

É verdade que o Senhor Jesus, ao andar na terra, lavou os pés de algumas pessoas. E, quando fez isso, afirmou: “Ora, se eu, Senhor e Mestre, vos lavei os pés, vós deveis também lavar os pés uns aos outros. Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também” (Jo 13.14,15). Penso que Ele não teve como objetivo instituir a cerimônia do “lava-pés”. Mas, se alguém desejar tomar essa passagem como base para fazer isso, deve, antes, responder a duas perguntas: (1) O Mestre lavou os pés de quem? (2) Com qual propósito Ele fez isso?

A bem da verdade, o Senhor Jesus não saiu pelo mundo lavando os pés de todos os tipos de pecadores para demonstrar que os amava. Ele só lavou os pés de pessoas em uma única ocasião (Jo 13.1-15). No versículo 5 está escrito que Ele “pôs água numa bacia e começou a lavar os pés aos discípulos”. Nesse caso, se algum pastor quer lavar os pés de alguém com base no ato de Jesus, que lave os pés dos seus dis-cí-pu-los, e não dos pecadores, de modo geral.

Fica claro, quando lemos a mencionada passagem neotestamentária, que o Senhor Jesus não quis instituir o “lava-pés”, e sim ensinar aos seus discípulos que eles devem ser humildes, respeitando uns aos outros. Afinal, se Ele, como Mestre e Senhor, lavou os pés de seus liderados, por que deveríamos nos ensoberbecer e pensar que somos melhores do que os que ouvem nossos ensinamentos e orientações?

No texto que li, alhures, sugere-se que os evangélicos são preconceituosos e não amam os pecadores quando pregam contra o pecado. Entretanto, agradar os pecadores, apresentando-lhes uma mensagem ecumênica, é mesmo uma demonstração de amor, à luz do que ensinou o Mestre dos mestres? Penso que não, pois os evangélicos que se prezam — à semelhança do Senhor Jesus — devem pregar os que os pecadores precisam ouvir, o autêntico Evangelho, e não um evangelho pragmático, isto é, o que os pecadores querem ouvir (cf. Mt 23; Jo 4).

Jesus Cristo não disse que devemos abrir mão da verdade para pregar uma mensagem suave, que agrade os pecadores. Na verdade, Ele disse que a porta para a salvação é estreita (Mt 7.13,14). Já o ato de lavar os pés de representantes de diversos segmentos — ao que me parece — é, na verdade, um ato ecumênico, que visa a agradar as pessoas, em vez de lhes apresentar o Evangelho como ele é. Segundo o Mestre, João Batista foi um pregador exemplar (Mt 11.11). Por quê? Ele lavou os pés dos pecadores? Não! Ele foi um amigão dos que zombam da verdade? Não! Mas “tudo quanto João disse deste [Jesus] era verdade” (Jo 10.41). E a pregação dele era bastante contundente: “Arrependei-vos” (Mt 3.2).

Portanto, de que adianta lavar os pés de gays, ateus e representantes de religiões, se não lhes apresentarmos a verdade da Palavra de Deus? Preguemos, pois, o Evangelho como ele é. Esta, sim, é a maior demonstração de amor ao pecador. ‪

Texto por: Ciro Sanches Zibordi

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A passeata gay e a farsa da tolerância LGBT

Os adeptos do movimento LBGT vivem exigindo respeito. Volta e meia leio nos jornais e na internet reportagens onde os líderes do movimento gay defendem a tolerância para com os homossexuais.

Pois é, nesse domingo (07/06), em São Paulo, aconteceu a parada gay, e pelo visto a tolerância e o respeito por eles defendidos passou bem longe da Avenida Paulista.

A foto acima é a prova cabal disso. Com desdém, desprezo e zombaria, os organizadores da passeata gay ridicularizaram o símbolo maior do Cristianismo, colocando em uma cruz um transexual semi-nu.

Ora quer dizer então que divergir do pensamento homossexual é homofobia e que ridicularizar a religião dos outros é liberdade de expressão?

Caro leitor, Vamos combinar uma coisa? Os defensores do movimento LBGT amam falar em tolerância. Em seus simpósios, congressos e conferências e marchas é comum encontrá-los dissertando sobre o tema, afirmando a necessidade de exercer paciência e benevolência com aqueles que deles divergem. Entretanto, basta com que alguém os critique, ou discorde de sua homossexualidade que os tolerantes se transformam em intolerantes.

A foto publicada pelos principais jornais do Brasil nos mostram que a tolerância defendida pelos LGBT é uma farsa.

Lamentavelmente os defensores da tolerância reagem com intolerância aos que pensam diferente. Nessa perspectiva, quando contrariados, os que deveriam ser tolerantes respondem aos conservadores “intolerantes” com ironia, deboche, zombaria e desdém.

O temporas O mores! Dias difíceis os nossos!

Que Deus tenha misericórdia do Brasil.

Autoria de Renato Vargens, publicado originalmente em seu blog pessoal.

Foto: Reuters/Joao Castellano

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“Carta de Campina Grande 2015” é lançada na noite desta terça-feira – Púlpito Cristão

Na noite de encerramento do 17º Encontro para a Consciência Cristã, nesta terça-feira (17), a VINACC, entidade organizadora do evento, lançou a “Carta de Campina Grande – Consciência Cristã 2015”. Na missiva, elaborada por uma comissão de grandes nomes da fé cristã no país, é reafirmado e reconfirmado compromisso com o genuíno Evangelho de Cristo, sua defesa e sua pregação por todo o Brasil e todo o mundo, para a glória do nome de Deus.

Confira a reportagem completa aqui.

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Encontro para a Consciência Cristã começa hoje em Campina Grande – G1 Paraíba

Começa nesta quinta-feira (12) a 17º edição do Encontro para a  Consciência Cristã em Campina Grande. O evento, que acontece no Parque do Povo até o dia 17, está marcado para ser aberto às 19h30. A entrada é gratuita, mas mediante a inscrição prévia no estande da organização na entrada do evento.

Confira a reportagem completa aqui.