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Grávida de quádruplos quer abortar os meninos e manter apenas as meninas

Em um fórum anônimo da internet, uma mulher grávida de quádruplos compartilhou um dilema sobre a possibilidade de realizar um aborto seletivo, interrompendo a gravidez apenas dos bebês meninos. Na publicação, ela questiona: “eu sou babaca por ter uma escolha de gênero no aborto seletivo?”

A mulher de 27 anos conta que ela e o marido, de 30, tentavam engravidar há alguns anos e acabaram realizando a fertilização in vitro. Para a surpresa do casal, ao realizar a ultrassonografia, eles descobriram que, na verdade, estavam esperando quatro bebês: duas meninas gêmeas idênticas e dois meninos gêmeos fraternos.

Segundo a postagem, a mulher conta que, por ser “pequena”, seria arriscado dar prosseguimento às quatros gestações. Então, o médico sugeriu que ela realizasse um aborto seletivo para evitar maiores riscos, caso ela continuasse com os quatro bebês.

A grávida conta que, apesar de ela e o marido estarem muito “perturbados” com toda a situação, provavelmente realizará o procedimento e que pretende manter apenas as gêmeas, já que seu sonho sempre foi ter meninas. Ela também desabafa que a condição financeira do casal permite a criação apenas de dois filhos, e não quatro.

Na publicação, a mulher desabafa: “O que eu vejo é que nós temos que escolher quais bebês, caso façamos o procedimento, e parte meu coração que estamos nessa situação, mas precisamos fazer o que podemos pela segurança dos nossos filhos. Essa história parece trágica, tipo uma novela, mas é honestamente a coisa mais difícil que eu já fiz”.

Redação: Visão Cristã
com informação do
Extra Globo

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95% dos médicos da Irlanda se recusam a realizar aborto

A aprovação da lei que permite o aborto até a 12ª semana de gestação na Irlanda causou um curioso movimento de reação: 95% dos médicos aptos a fazer o procedimento não se colocou à disposição do governo para atender as gestantes que queiram interromper a gravidez.

O jornal irlandês Southern Star informou que menos de 5% dos médicos se dispuseram a realizar os procedimentos de interrupção da gravidez, e boa parte dos que se opõem à nova lei apontam a pressa na aprovação do projeto como um dos motivos para rejeitarem ser parte dos abortos legalizados.

A Irlanda é um país de fortes raízes católicas, e a aprovação da legalização do aborto foi exaltada pela grande mídia local e também de outros países ocidentais como um “avanço” na liberdade individual, no contexto da agenda progressista que se instaurou em todo o mundo ocidental.

Outro ponto que os médicos alegam para continuar rejeitando a prática do aborto é que eles acreditam que tirar a vida de outro ser humano não é parte de sua profissão. Muitos também apontam que existe uma preocupação com a segurança das mulheres que farão os abortos, pois a lei aprovada em 2018 e colocada em vigor desde o dia 01 de janeiro não previu um tempo de estruturação das unidades de saúde do país para a realização dos procedimentos.

De acordo com informações do Life News, a Associação Nacional de Médicos de Clínica disse em nota publicada no final do ano passado que a maneira apressada com que serviços de interrupção de gravidez estavam sendo introduzidas era “inaceitável e insegura”.

A pressa na aprovação do texto da lei é vista por muitos médicos como uma motivação política, e de quebra, faz com que a direção de boa parte dos hospitais indiquem que não estão prontos para atender a nova demanda por falta de máquinas de ultrassom, de diretrizes clínicas e de pessoal treinado. Há também duras críticas ao governo pelo fato de a nova lei permitir que meninas com 15 anos ou menos abortem sem o conhecimento ou consentimento de seus pais.

Outra característica da lei que liberou o aborto é permitir que a interrupção da gestação seja feita por qualquer motivo até a 12ª semana, e a partir disso, abre-se exceções para casos excepcionais, com todos os custos cobertos pelo governo, com o dinheiro dos impostos.

A comunidade católica no país também se queixa de desrespeito à liberdade religiosa, pois hospitais fundados pela Igreja são obrigados a fornecer o serviço, mesmo com a prática sendo o oposto dos valores cristãos.

Do outro lado, os ativistas pró-aborto minimizam as críticas, afirmando que a baixa adesão dos médicos ao programa de interrupção da gravidez se dá por receio de represálias das ONGs pró-vida.

Da Redação: Visão Cristã
Com informação do GospelMais

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Mulher revela trauma por ter feito aborto e hoje luta para salvar vidas

Apesar de alguns grupos feministas incentivarem a prática do aborto como forma de “controle sobre o próprio corpo”, a realidade é bem diferente quando às sequelas do assassinato de bebês no útero materno vêm à tona, deixando marcas que diversas mulheres lutam para conseguir encarar durante o resto de suas vidas.

Uma dessas mulheres é a americana Stacy Enders, que atualmente luta para conscientizar mulheres grávidas e solteiras acerca do real significado do aborto, e mostrar a elas que existem alternativas para quem não deseja ou não tem condições de criar seus bebês.

Aborto forçado

Enders ainda não tinha uma vida com Jesus Cristo quando, com apenas 17 anos, ficou grávida, trinta anos atrás. Sua mãe, então, lhe obrigou a abortar o filho, mesmo contra a sua vontade.

“Foi uma experiência horrível”, disse Enders, lembrando que o procedimento foi realizado em uma clínica clandestina e todos os envolvidos foram cúmplices do ato trágico em sua vida. “A enfermeira cobriu minha boca”, lembra.

Enders continuou sua vida, mas teve outros relacionamentos de risco, onde também ficou grávida e teve, no total, três filhos. Ela conseguiu resistir a pressão de pessoas que lhe falavam para abortar, pois já estava se aproximando de Deus.

“Senti que era isso que Deus queria que eu fizesse. Foi difícil e eu tive que confiar realmente nEle. Enfrentei meu pecado, fiquei na igreja, fiquei perto do Senhor, e agora eu tenho essa linda garota de 19 anos chamada Zoe; o nome dela significa ‘cheio de vida’”, conta.

Após assistir programas evangélicos na TV ela decidiu entregar sua vida para Cristo e se envolver em um ministério que auxilia mulheres grávidas que pensam em abortar.

“Eu posso compartilhar a história de Deus e da minha vida com as garotas que pretendem abortar e assim mostrar que existem outras possibilidades, que elas podem encontrar cura para seus traumas como eu encontrei”, disse ela, segundo o Pregnancy Help.

Da Redação: Visão Cristã
Com informação do
GospelMais

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Comissão da Câmara dos Deputados adia votação de PEC que pode proibir aborto

A comissão especial da Câmara dos Deputados criada para analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 181 adiou, nesta terça-feira (5), a conclusão da votação do relatório.

Inicialmente a proposta altera um artigo da Constituição e aumenta o prazo da licença-maternidade das mães que tiveram filhos nascidos prematuramente para 240 dias. Porém, foi incluída no texto uma outra alteração que pode proibir qualquer tipo de aborto no país, mesmo nos casos legalizados.

A comissão havia sido criada em novembro de 2016 para discutir a o aumento da licença-maternidade. No mesmo mês, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que abortos até o terceiro mês não eram considerados crimes. Mesmo sendo apenas para um caso, a decisão dos ministros acabou por abrir um precedente.

Devido do resultado do julgamento, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, instalou uma comissão para debater a decisão do Supremo. Por se tratar de uma proposta que estava mais avançada na Casa, os deputados resolveram então incluir a mudança.

O texto base já foi aprovado pela comissão, faltando apenas votar os destaques, que podem alterar o conteúdo. Após a conclusão, o texto segue para o plenário da Câmara. Por ser tratar de uma PEC, serão necessários os votos de 308 dos 513 deputados, além de duas votações. Caso seja aprovada, segue para análise do Senado.

Durante a sessão, manifestantes contra e a favor do aborto estiveram presentes.

O adiamento acontece devido a ordem do dia no plenário da Casa, quando é aberta a votação. Uma nova reunião para discutir a proposta está marcada para esta quarta-feira (6).

 

Com informações Pleno News e Folha Gospel
Imagem: reprodução web

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“O aborto não é só a morte de um bebê, é a morte de uma mãe”, diz Sara Winter

Na manhã do dia 28, durante debate sobre o aborto amparado pelo SUS até as 12 semanas de gestação foi debatida pela Comissão de Direitos Humanos do Senado, em uma audiência pública, a ex-feminista Sara Winter discursou sobre o engodo do feminismo.

O debate contou com a participação de militantes pró-vida, como a ex-feminista Sara Winter, Dóris Hipólito e Rose Santiago, e também com representantes de movimentos a favor do aborto.

Ao receber o direito à palavra, Sara decidiu compartilhar seu impactante testemunho de vida e relatou alguns momentos em que se decepcionou com o movimento feminista, que “a desamparou em um dos momentos em que ela mais precisou de ajuda”.

“Eu estou aqui hoje para falar de uma experiência pessoal, com bastante vergonha, bastante medo das coisas que eu fiz e bastante arrependimento. Eu me encontrava em uma situação completamente assustada, amedrontada pelo término de um casamento, de um relacionamento abusivo e descobri que estava grávida de 11 semanas. Eu entrei para o grupo ‘Feminismo Brasil’ – nem sei se existe ainda. Eu estava com muito medo e queria muito que as pessoas de lá pudessem me ajudar”, relatou.

“O que eu mais ouvia era: ‘Aborta! Porque isso não é uma vida, é um amontoado de células’. Eu fui para um grupo feminista, procurando ajuda, um emprego, um abraço de amigas, mas o que eu encontrei foram quatro comprimidos de Citotec [remédio abortivo]. Eu recebi esses comprimidos de uma médica, uma ortopedista e fiz a pior coisa da minha vida”.

Apoio às mulheres

Ainda compartilhando seu testemunho, Sara confessou que tem visto mais apoio às mulheres grávidas e em crise, dentro das igrejas – mais até mesmo que dentro do próprio movimento feminista.

“Não basta levantar cartazes, ficar brigando com homens no Facebook, achando que vão fazer alguma coisa de bom para as mulheres. Eu sei que o Estado é laico, mas eu nunca achei que fosse dentro de igrejas que eu fosse encontrar pessoas, que fazem muito mais pelas mulheres que o movimento feminista tem feito”, disse.

Ego

Sara também alertou que a bandeira do aborto, sustentada pelo movimento estaria mais relacionada à satisfação do ego.

“O movimento feminista só quer legalizar o aborto por questão de ego, porque existem tantas pautas importantes que estão sendo deixadas de lado. O aborto não é só a morte do bebê, é a morte de uma mãe”, declarou.

Assista:

Com informações, Guiame

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Tribunal Constitucional do Chile aprova descriminalização do aborto

O Tribunal Constitucional (TC) do Chile referendou na última segunda-feira (21) a legalidade do projeto de lei que descriminaliza o aborto em três circunstâncias, rejeitando dois requerimentos apresentados por parlamentares de direita, informaram fontes oficiais.

Deste modo, o governo poderá promulgar como lei a iniciativa que permite abortar em caso de inviabilidade fetal, risco de morte da mulher e quando a gravidez é fruto de um estupro.

A descriminação do aborto em três circunstâncias específicas é uma das principais promessas da presidente Michelle Bachelet e um dos pilares centrais de seu governo.

“Hoje ganharam as mulheres, ganhou a democracia, ganhou todo o Chile”, disse a presidente, que disse que promulgará as mudanças na lei, mas sem especificar uma data. “Descriminalizar dá uma base de proteção e dignidade”, disse. “Ganhou a tolerância e a humanização”, acrescentou.

Após quatro horas de debate no TC, foi aprovado com seis votos a favor e quatro contra o documento que descriminaliza a interrupção da gravidez.
Desde a semana passada, quando foram abertas as audiências sobre o projeto, grupos a favor e contra a descriminalização do aborto têm se manifestado nos arredores do Tribunal.

Após ser confirmada a decisão, os partidários do projeto decidiram marchar em direção ao Palácio de La Moneda em comemoração.

A Mesa de Ação pelo Aborto assinalou que “este é um marco histórico que responde à luta das feministas, das mulheres e das organizações de direitos humanos”.
Entretanto, o grupo advertiu que a batalha “não termina aqui. Falta o reconhecimento da dignidade das mulheres e, portanto, sua possibilidade de decidir quando ela assim considerar”.

Do outro lado, a representante do Chile Unido, Verónica Hoffman, criticou decisão do TC e alegou que a nova norma “não resolve a vulnerabilidade da mulher”.

Segundo números oficiais, foram registradas no Chile 322.814 interrupções de gravidez nos últimos 10 anos, o que o governo usou como argumento para rebater as tentativas da oposição de frear esta lei, informa a agência Efe.

O Ministério Público explicou nas alegações por escrito que as na última década 378 mulheres foram processadas por abortar e abortar “sem consentimento”.
A documentação apresentada conclui que a punição legal por aborto não é a resposta adequada para meninas, jovens e mulheres adultas.

Atualmente, o Chile é um dos países do mundo que mantém uma proibição legal absoluta do aborto, junto com El Salvador, Nicarágua, Honduras, Haiti, Suriname, Andorra, Malta e Vaticano.

 

Com informações G1
Imagem: Reprodução

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Trump suspende apoio financeiro à grupo pró aborto na ONU

O presidente cancelou o decreto que destinava recursos públicos para organizações estrangeiras que permitiam a interrupção da gravidez como um dos métodos de planejamento familiar

O presidente Donald Trump no dia 23 de janeiro deste ano assinou um documento presidencial ao reestabelecimento da política “Cidade do México” – salvo ajuda financeira americana para qualquer grupo que promova aborto no exterior.

Em 1984, Ronald Reagan conquistou a “política Cidade do México” numa conferência da ONU na Cidade do México. Em 2017, a versão ‘Trump’ foi mais ampla que as dos presidentes anteriores.

A Organização Mundial da Saúde estima que mais de 21 milhões de mulheres por ano fazem abortos não seguros em países em desenvolvimento. Deste total, 13% morrem.

A lei americana durante muito tempo proibiu o uso de verbas para este fim. Mas em 1973, o Tribunal Supremo Roe v. Wade da legalização do aborto, juntamente com o congresso aprovou a lei Helms, que está em vigor até hoje no Estado Unidos. Porém, o documento “declara não haver fundo para ajuda no exterior, para as realizações de abortos como método de planificação familiar ou por qualquer outro motivo”.

Na “Política da Cidade do México”, Reagan usou a Lei Helms para sustentar um fundo financeiro para proporcionar abortos e também financiava propaganda ativa para este fim.
Desde 1984, quando Reagan introduziu essa Lei para respaldar o aborto no exterior, os presidentes mudaram, as partidos alternaram no poder, mas a proposta nunca tinha sido alterada.

Na “versão Trump”, aplicou-se novas normas a “assistência sanitária mundial proporcionadas por todos os estados ou agencias”.

Desde a vitória de Trump nas eleições presidenciais em novembro passado, políticos e instituições contrários ao aborto adotaram medidas duras antiaborto em alguns estados dos EUA. Na esfera federal, Trump nomeou ao Supremo Tribunal um juiz contrário à interrupção da gravidez.

O Conselheiro de Investigação da Familia e da Conferência Episcopal dos Estados Unidos estão dispostos à apoiar essa política e disseram que há uma necessidade de que todos saibam que os americanos não estão mais contribuindo e apoiando abortos fora do país.

 

Com informações BTN
Imagem: reprodução

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Presidente da República afirma ser contrário à liberação do aborto

Há vários anos partidos de esquerda, principalmente o PSOL, com apoio de instituições como Instituto Anis, vem lutando para aprovar a liberação do aborto no Brasil. Em Brasília, parlamentares contra e a favor vêm se “digladiando” na luta por seus interesses. Neste domingo, no entanto, a ala pró-vida conquistou um grande aliado. O presidente da República, Michel Temer.

Ao ser convidado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a se manifestar sobre o tema, Michel Temer elaborou um documento, no qual defende que ”a vida do nascituro deve prevalecer sobre os desejos das gestantes”, conforme fora publicado pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Em novembro de 2016, o mesmo STF decidiu de que o aborto até o terceiro mês de gravidez não é crime, conforme publicado pela jornalista Cristiane Segatto, na Revista Época, o que incomodou parte dos parlamentares com assento no Congresso Nacional.

Desta vez, a presidência da República foi ouvida sobre o assunto por determinação da Advocacia da União, ministra Rosa Weber, relatora no STF de uma ação que trata da legalização do aborto, de autoria do PSOL e do Instituto Anis.

Para o governo, a legislação atual, que proíbe a prática com poucas exceções, é adequada. Ao abordar as ”trágicas estatísticas” que envolvem as mulheres que abortam clandestinamente, o governo afirma:

— Não são o Estado nem as leis que constrangem as mulheres às práticas abortivas clandestinas e arriscadas – disse.

O governo afirma na mesma nota que cabe ao Congresso alterar a atual lei sobre o aborto, mas destaca que “os representantes políticos da sociedade brasileira têm optado pela proteção dos interesses dos nascituros”.

Por: Gomes Silva
Redação: Consciência Cristã News
Fontes: Zero Hora, Estado de S. Paulo
Foto: Google Imagens

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Donald Trump oferece verba a clínica de saúde para que deixem de fazer abortos

O presidente americano continua firme no seu posicionamento contra a tentativa de algumas clínicas de saúde nos Estados Unidos utilizar recursos públicos para fazer abortos.

Sob a bandeira de “saúde da mulher”, a clínica Planned Parenthood vêm realizando cerca de 324 mil abortos por ano, sustentando o título de maior clínica de aborto americana, teve o financiamento de US$ 530 milhões de dólares anuais cortados, assim que Donald Trump assumiu o cargo.

Disposto a manter o diálogo entre conservadores e liberais, Trump resolveu alguns dias atrás emitir um comunicado onde demonstra interesse de manter o financiamento a Planned Parenthood, porém, desde que ela deixe de fazer abortos, arrancando elogios e críticas da opinião pública.

“Como eu disse durante toda a campanha, sou pró-vida e estou profundamente empenhado em investir na saúde das mulheres e planejar aumentar significativamente o financiamento federal para apoiar os serviços, como exames de câncer “, disse ele ao jornal The New York Times, fazendo questão de enfatizar que essa é a opinião da ampla maioria dos americanos.

“A pesquisa mostra que a maioria dos americanos se opõe ao financiamento público para o aborto, mesmo aqueles que se identificam como pró-escolha. Há uma oportunidade para que as organizações continuem o importante trabalho que realizam em prol da saúde das mulheres, sem prestar serviços de aborto”, acrescentou.

Com essa proposta, Trump dá um recado muito claro à Planned Parenthood e empresas similares, de que os americanos estão dispostos a financiar iniciativas que, de fato, lidam com a saúde da mulher, porém, sem fazer de outras demandas meios para exploração econômica contra a vida humana.

Entretanto, essa não é a opinião de Dawn Laguens, vice-presidente executivo da Planned Parenthood:”Oferecer dinheiro à Planned Parenthood para abandonar nossos pacientes e nossos valores é um acordo que jamais aceitaremos. Fornecer serviços de cuidados de saúde críticos para milhões de mulheres americanas é inegociável”, afirmou, recusando a oferta.

 

Com informações do NYT
Tradução Gospel+
Revisão: CCNews
Imagem: Reprodução

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Em protesto feministas encenam “aborto de Jesus”

Segundo alguns sites de notícias, vários países, como Argentina, Guatemala, Brasil e Russia, as mulheres se manifestaram contra a violência e por seus direitos.

Cristãos no Brasil e no mundo, manifestaram seu repúdio à encenação. Considerando uma falta de respeito, perseguição religiosa e uma ofensa à liberdade religiosa, principalmente quanto a liberdade cristã.

O arcebispo Alfredo Horacio Zecca, repudiou a encenação de um “aborto” de Maria, durante a marcha feminista do último dia 8 de março, Dia da Mulher.

Em comunicado publicado no dia 09, o arcebispo disse: “repudiamos com profunda tristeza os lamentáveis eventos realizados ontem, 8 de março, à tarde”.

Devido a comemoração do Dia da Mulher, um grupo de feministas realizou uma manifestação pelas principais ruas da cidade e encenaram um aborto de Maria, com muita tinta vermelha, simulando um sangramento, em frente à Catedral de Tucumán.

No Facebook, o grupo feminista Socorro Rosa Tucumán encenou a imagem, assegurando que “a virgem abortou na catedral o patriarcado, a heterossexualidade obrigatória e as imposições da sociedade repressora e exigiu a todos os misóginos desta província medieval que tirem as imagens das maternidades, que não proíbem mais abortos em seu nome”.

Segundo a Aciprensa as feministas se referiam também ao “cistema (sic) violador que obriga ao parto forçado”.

O arcebispo observou que “os fatos são apenas ofensas agressivas para todos os fiéis, sendo também, uma ofensa para a dignidade da mulher”.

Em Moscou, um grupo de feministas foi brevemente detido depois de protestar em frente ao Kremlin para exigir mais direitos para as mulheres na Rússia, onde esta festa está mais associado à feminilidade do que à luta pela igualdade de gêneros. Também é costume oferecer flores para as mães, esposas, amigas e colegas.

“O feminismo é a nossa ideia nacional”, declarava uma faixa segurada por duas militantes que subiram na varanda de uma das torres do Kremlin.

Em Kiev, cerca de mil pessoas também marcharam pedindo um retorno às origens feministas do dia das mulheres, que permanece, desde os tempos soviéticos, sendo uma das principais comemorações na maioria das ex-repúblicas soviéticas.

Com informações Cosmovisão Cristã e G1
Imagem: reprodução web