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Ao ouvir rádio cristã, mulher abandona homossexualidade

Sarah Sedgwick cresceu em família cristã, mas na vida adulta tornou-se lésbica, vivendo com uma parceira. Há quatro anos, porém, sua vida mudou e ela deixou a homossexualidade quando passou a ouvir uma estação de rádio com programação cristã.

Sarah explica que deixou o relacionamento homossexual depois de voltar à igreja da qual estava afastada.

Em seu testemunhado, compartilhado em um vídeo do Christian Institute, Sarah conta que a música e o programa de ensino que ela ouviu no rádio reacenderam seu interesse pela fé cristã com a qual ela havia crescido.

Sarah conta que “não estava procurando por Deus na época” e que aquele encontro com a Palavra de Deus veio como uma surpresa completa, pois ela acreditava que era “indigna de amor por causa do meu pecado”.

Ela diz que no início tentou ser uma cristã gay, crescendo em sua fé redescoberta, mantendo seu relacionamento homossexual, mas enquanto estudava mais a Bíblia, ela se convenceu de que o projeto de Deus para relacionamentos era entre um homem e uma mulher.

“Eu olhei para tudo que o homem tem a dizer”, disse ela, explicando que depois de orar sobre o assunto ao longo do tempo, ela se tornou cada vez mais convencida de que, para ser cristã, “precisava ser obediente”.

Embora tenha sido “muito difícil”, ela terminou o relacionamento com a parceira.

“Eu dei a minha vida a Jesus e isso foi incrível, foi como um peso tirado e eu só sabia que tinha feito a coisa certa”, testemunha.

Após sua conversão, ela está incentivando as pessoas atualmente em um relacionamento do mesmo sexo para “buscar a Deus”, “ler sua palavra” e “orar a ele”.

“Jesus te ajuda a vencer a tentação” e quando chegamos a ele e dizemos ‘esta é a minha luta’, é bom Deus te ver através disso”, disse Sarah, que testemunha que em Jesus “há esperança”.

Da Redação: Visão Cristã
Com informação do
Ministerio Engel

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Inacreditável: EUA aceitam desafio da Coreia do Norte para reunião até maio

O inacreditável está mesmo para acontecer quando o assunto se refere às áreas entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte, administrado pelo tirado ditador Kim Jong-um. Ao acender das luzes em alguns países nesta quinta-feira (8), o mundo foi surpreendido com anúncio foi feito por autoridades diplomáticas do alto escalão sul-coreano em Washington, capital dos EUA, que transmitiram a mensagem de uma carta de Kim Jong-um: Donald Trump aceitou convite de Kim Jong-um para reunião.

Mas esse anúncio só foi feito depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, aceitou o convite para essa reunião o líder norte-coreano.

Ao tomar conhecimento de que Trump havia aceito o convite (não se sabe ainda quais as exigências da Casa Branca), Kim concordou em interromper testes nucleares e balísticos e até se “comprometeu com a desnuclearização”. Não se sabe se, depois da dessa reunião, ele vai manter essa posição.

A bem da verdade, no início desta semana, uma delegação da Coreia do Sul também participou de reuniões sem precedentes com Kim, em Pyongyang, capital norte-coreana.

Chung Eui-yong, conselheiro em questões de segurança nacional da Coreia do Sul, falou na Casa Branca após se encontrar com Trump. Os líderes devem se reunir até maio.

“Eu disse ao presidente Trump que, no nosso encontro com o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, ele disse estar comprometido com a desnuclearização”, disse Chung em coletiva de imprensa.

“Kim prometeu que a Coreia do Norte vai interromper testes nucleares e balísticos”.

Representante da Coreia do Sul, Chung Eui-yong anunciou nos EUA planos de encontro entre Trump e Kim Jong-un

Chung acrescentou: “O presidente Trump apreciou o informe e disse que se encontraria com Kim Jong-un até maio para conquistar uma desnuclearização permanente”.

Laços entre as duas Coreias foram consideravelmente reforçados desde que as equipes de ambos países participaram de forma conjunta da Olimpíada de Inverno, mas muitos críticos duvidaram da sinceridade de Kim Jong-un.

Isolamento

A Coreia do Norte está há décadas isolada de negociações internacionais por conta de abusos aos direitos humanos e pelos investimentos em armas nucleares – ações que vão de encontro a regras multilaterais.

Nenhum presidente americano se sentou ao lado de um líder norte-americano para dialogar – o que faria de um encontro entre Trump e Kim Jong-un um marco inédito.

Pelo Twitter, Trump, que anteriormente já havia dito não haver sentido no diálogo com a Coreia do Norte, classificou o novo capítulo como um “grande progresso”.

No entanto, ele afirmou que as sanções contra o país asiático continuam em voga até que um acordo consistente seja feito.

“Kim Jong Un falou em desnuclearização com representantes da Coreia do Sul, não apenas um embargo. Sem testes com mísseis pela Coreia do Norte neste período. Grande progresso sendo feito mas as sanções permanecerão até um acordo ser conquistado. Encontro sendo planejado”, escreveu o americano em sua rede social.

Redação: Visão Cristã
Com informações da BBC Brasil

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Fui produzida para ficar bonita e enviada para me explodir com um cinto-bomba

Falmata estava recebendo um tratamento de beleza completo. Seus pés ganhavam desenhos pontilhados e curvos, pintados com tinta de henna. Enquanto os adornos secavam, uma mulher esticava e alisava seu cabelo.

A menina sabia que ficaria bonita. Mas havia uma consequência fatal: uma vez que estivesse arrumada, uma bomba seria colocada na sua cintura.

Ela é uma das centenas de jovens – a maioria ainda na adolescência – que foram sequestradas por extremistas na Nigéria e forçadas a participar de suas “missões” suicidas. Falmata, porém, sobreviveu.

A garota tinha apenas 13 anos quando foi apanhada por dois homens em uma moto enquanto caminhava para a casa de um parente, perto da fronteira com os Camarões.

Ela foi levada para um acampamento que pertencia ao Boko Haram, grupo extremista que tem o objetivo de criar um Estado Islâmico no norte da Nigéria. “Eu queria escapar, mas não havia chance”, diz ela. Os homens ficavam de guarda em volta de todo o acampamento, para capturar qualquer um que tentasse fugir.

“As mulheres jovens eram colocadas nas tendas. Na minha, éramos nove. Tínhamos que dormir em grandes esteiras.”

Pouco depois, Falmata foi forçada a fazer uma escolha: se casar com um combatente ou ser integrada em uma “missão”. Ela se recusou a se casar. “Eu disse a eles que ainda era muito nova”, relata. Mas não tinha ideia de que missão seria aquela.

A missão
No princípio, Falmata achou o acampamento assustador. As condições eram duras, e os prisioneiros – mulheres, meninas e garotos – temiam ser vítimas da guerra entre as forças do governo e os extremistas. “Nós tínhamos medo que os soldados invadissem o acampamento a qualquer momento. Achávamos que não iriam poupar a nós mulheres, pois pensariam que éramos esposas deles”, diz Falmata.

A vida no campo consistia em acordar, rezar, comer, limpar, comer e limpar novamente. Havia aulas de religião, longas horas recitando versos do Alcorão – apesar de odiar o acampamento, a menina afirma que gostava das aulas religiosas.

Um dia, um homem armado se aproximou da Falmata e a instruiu a se preparar para algo importante. Seu pé seria decorado com henna. Seu cabelo, alisado. Ela pensou que estava sendo preparada para o seu casamento.

“Minha amiga Hauwa tinha concordado em se casar, como uma forma de ficar viva”, diz a garota. “Outras meninas a odiavam por ter se casado. Eu também a odiei no começo. Mas depois eu entendi (a posição dela) e senti pena. Ela estava muito infeliz.”

As mulheres ajudaram Falmata a se preparar para o que estava à espera dela – embora ainda não soubesse o que era. “Isso é para um casamento ou não? Era só o que eu pensava. Mas não podia perguntar nada. Enquanto isso, meus amigos me consolavam e falavam para eu ter paciência.”

Dois dias depois, extremistas se aproximaram dela e colocaram uma bomba em volta de sua cintura. Se Falmata matasse “infiéis”, disseram os extremistas, ela iria direto para o paraíso.

Como no caso de outras mulheres na mesma situação, o alvo de Falmata seria um mercado ou outro local movimentado. “Eu estava com tanto medo que comecei a chorar. Me falaram que ao chegar ao paraíso, tudo seria melhor.”

Duas outras meninas do acampamento também foram atadas a explosivos. As três foram, então, levadas para os subúrbios de uma cidade. Lá, foram ordenadas a caminhar para áreas movimentadas – os extremistas disseram a elas que estariam sendo observadas. Nas mãos, carregavam pequenos detonadores caseiros.

No caminho, as três conversaram sobre a possibilidade de realizar a “missão” ou abandoná-la e fugir. Por fim, decidiram não fazer o ataque.

Falmata pediu ajuda para um estranho para remover o cinto explosivo. Depois, fugiu por uma estrada empoeirada, mas, não teve sorte. Pouco depois, ela encontrou dois homens do Boko Haram, que pertenciam a uma unidade diferente. Assim, a menina foi sequestrada pela segunda vez.

Uma história de violência
Acredita-se que Sanaa Mehaydali tenha sido a primeira mulher-bomba da história moderna. Com 16 anos, ela se suicidou e matou dois soldados israelenses em um ataque no sul do Líbano, em 1985. Desde então, grupos como Hezbollah, PKK, Tamil Tigers, Hamas e Black Widows têm usado mulheres para realizar ataques terroristas.

Mas o Boko Haram superou todos os demais nesse sentido, tanto na escala quanto na brutalidade, de acordo com Elizabeth Pearson, pesquisadora do Royal United Service Institute, de Londres, e autora de um estudo sobre o uso de mulheres-bomba pelo grupo extremista.

A primeira vez que uma garota foi forçada pelo grupo a se explodir foi em junho de 2014. Desde então, Pearson estima que centenas foram obrigadas a realizar ataques na Nigéria, em Camarões, no Chade e no Níger. No fim de 2017, 454 mulheres e meninas realizaram ataques ou foram presas em 232 incidentes, diz Pearson. Mais de 1,2 mil pessoas morreram.

Fuga
Depois de ser sequestrada pela segunda vez, Falmata foi levada novamente para a floresta. Dessa vez, para um acampamento diferente. Se os seus antigos sequestradores soubessem que ela tinha abandonado a missão suicida, eles provavelmente a teriam matado.

De acordo com a Fundação Neem, mulheres e crianças sequestradas geralmente adotam as crenças do Boko Haram enquanto estão sob seu controle.

“Muitas das pessoas que estiveram nesses campos não tiveram educação prévia, nem Ocidental, nem Islâmica”, diz Akilu. “Assim, muitas aprendem sobre o Alcorão pela primeira vez enquanto estão sob a captura do Boko Haram. Eles têm centenas de pessoas nos seus acampamentos, e não há nada para mantê-las ocupadas, então elas acabam tendo de quatro a cinco horas de lições religiosas. Eles acreditam que a religião é uma estratégia de cooptação.”

Depois de cerca de um mês no novo acampamento, Falmata teve que escolher novamente entre casamento ou missão. E, novamente, se recusou a se casar. Foi, então, pintada com henna e vestida com um belo vestido e um véu. Um cinto de explosivos foi colocado em volta do seu tronco.

Desta vez, porém, Falmata correu para dentro da floresta assim que os extremistas a deixaram em um local para realizar o ataque. “No caminho, eu encontrei alguns agricultores e perguntei se podiam me ajudar a remover o cinto-bomba. Eu falei que estava sendo forçada a realizar um ataque, mas não gostaria de fazer isso.”

Depois de ter o cinto retirado pelos agricultores, a menina passou diversos dias na floresta tentando encontrar o caminho de volta para casa.

“Eu não conheço a floresta. Qualquer barulho me assustava. Quando conseguia, eu dormia no alto das árvores. Acho que eu passei uma semana sem comida. Usava água parada para beber e lavar minhas mãos e pés quando rezava. Eu rezava de duas a três vezes por dia, sempre que encontrava água. Estava muito assustada, mas Deus me ajudou e eu cheguei a uma cidade.”

Uma família local lhe deu abrigo por alguns dias e depois a ajudou a voltar para sua terra natal. Ao chegar lá, Falmata se escondeu por meses. Tinha medo de que as autoridades descobrissem sobre ela e a levassem para a prisão.

Como muitas famílias no norte da Nigéria, a de Falmata foi separada pelos conflitos. A menina está agora vivendo com sua mãe em um campo para refugiados. As condições são difíceis, mas pelo menos ninguém sabe da sua história verdadeira.

Meninas como Falmata enfrentam dificuldades enormes. A maioria daquelas que não detonam as bombas são capturadas por forças de segurança e levadas para centros de “desradicalização”. Esses centros são geridos pelo Exército – e se sabe muito pouco sobre o ocorre lá dentro. Em meados de janeiro, a instituição disse que tinha liberado o primeiro grupo de pessoas “desradicalizadas”, mas não está claro onde elas estão agora.

Os poucos que conseguem voltar para suas comunidades se mantêm nas sombras. São chamados por alguns de “annoba”, o que significa “epidêmico”.

 

O Boko Haram é considerado um dos grupos extremistas mais violentos da história moderna. Desde 2009, só na Nigéria, eles mataram mais de 27 mil inocentes – incluindo muçulmanos. Muitas mais foram mortos em Camarões, Chade e Níger. Os conflitos já desalojaram mais de 2 milhões de pessoas.

“Nós não refletimos muito sobre o ponto de vista das garotas, enxergando-as como as vítimas que de fato são”, diz Akilu.

Falmata, por exemplo, tinha apenas 14 anos na segunda vez que teve um cinto bomba amarrado em volta de seu corpo. Ela não via sua família havia mais de um ano. Tinha sido aprisionada em campos do Boko Haram e submetida a doutrinação religiosa.

Mas depois de tudo isso, por que ela não detonou o seu segundo cinto-bomba?

“Eu queria viver”, diz ela. “Matar não é bom. Isso é o que minha família me ensinou e no que eu acredito.”

 

Com informações G1
Imagem: BBC

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Cristãos são atacados com facões por recusarem conversão ao Islã

Vários estudantes cristãos foram espancados e atacados por outros alunos islâmicos portando facões em uma escola de ensino médio em Nairobi, no Quênia, depois de se recusaram a se converter ao Islamismo.

Segundo o site de notícias ‘Morning Star’, na escola de Jamhuri alguns alunos muçulmanos se queixaram de discriminação, pois havia espaços na instituição separados para uso de cristãos e muçulmanos.

Uma testemunha explicou que vários desses estudantes muçulmanos vinham tentando forçar os colegas cristãos a recitar o credo islâmico para conversão e passar por rituais de ‘purificação muçulmana’ no dia 23 de janeiro, o que gerou um conflito.

“Os que recusaram foram espancados, enquanto outros foram atingidos por golpes de facão”, afirmou. Ele disse ainda que as armas​​ vieram de fora da escola. No final do conflito, 35 alunos ficaram gravemente feridos e tiveram de ser levados ao hospital para tratar cortes e ossos quebrados.

O diretor da Escola de Jamhuri, Fred Awuor, também precisou de atendimento médico depois de ser ferido enquanto tentava acabar com a violência.

A escola foi fechada e a polícia investiga quem forneceu as armas aos estudantes. O principal suspeito é o grupo terrorista al-Shabaab, que vem estimulando jovens quenianos a se unirem à jihad. No ano passado ocorreu uma série de incidentes violentos em escolas do Quênia, onde cristãos foram mortos.

O maior ataque contra estudantes quenianos ocorreu em abril de 2015, quando 148 alunos foram mortos na Universidade de Garissa.

O al-Shabaab, originário da Somália, é o grupo extremista considerado o mais mortal do continente pelo Centro Africano de Estudos Estratégicos, tendo matado 4.000 pessoas em 2016.

 

Com informações The Christian Post, via Verdade Gospel
Imagem: reprodução web/ilustrativa

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Em evento, filha de Billy Graham convida 500 mil pessoas a clamarem por avivamento, na Índia

A evangelista Anne Graham Lotz reuniu cerca de 500 mil pessoas em um evento de oração e adoração a Deus na Índia no início deste mês de janeiro.

De acordo com Vicki Bentley, membro do Conselho de Ministérios da organização AnGeL que viajou com Lotz para a Índia, havia placas de divulgação em toda a cidade de Hyderabad sobre o segundo “Dia Nacional de Oração” anual, no qual Lotz foi preletora.

Líderes cristãos locais ajudaram a organizar o grande encontro, com centenas de milhares de pessoas chegando em trens, ônibus e outras formas de transporte do campo também.

Os Ministérios AnGeL observaram que, de acordo com as estimativas da polícia, cerca de 500 mil pessoas no total participaram do evento de oração.

“Anne pregou sobre o profeta Daniel. Ela leu a passagem de Daniel 9, na qual ‘um homem, que conhecia Deus e orou, moveu os céus e mudou a nação’. Então ela desafiou os presentes a orar como Daniel fez”, contou Bentley.

“Até onde o olho podia ver e além, as pessoas gritavam para os céus, concordando juntos, enquanto Anne conduzia a oração, clamando por um avivamento pessoal e na nação”.

O site hindu também confirmou que cerca de 500 mil pessoas participaram da reunião de oração nacional que se realizou no dia 5 de janeiro.

O encontro foi organizado pelo conselho cristão de Telangana, que reuniu lideranças e membros de diversas igrejas.

Em outro dia, Lotz juntou-se a uma reunião de adoração no campo, onde participaram mais de 10 mil pessoas de 450 igrejas.

“Mais de 10.000 pessoas lotaram dentro de uma barraca ao ar livre com mais milhares de pessoas ao redor, todos ouvindo com muita atenção enquanto Anne compartilhava a mensagem de João 14: ‘Esperança para o Ano Novo’. Jovens e velhos, homens e mulheres, crianças e adultos, todos sentados silenciosamente, atentos a cada palavra”, descreveu Bentley.

“Quando o apelo foi feito às pessoas para colocarem sua fé em Jesus como Salvador, um mar de mãos emergiu. Muitos entraram no reino pela primeira vez enquanto muitos outros se reconciliaram com Deus naquele momento”, acrescentou.

Intolerância religiosa

A fé cristã minoritária continuou a crescer na Índia ao longo dos últimos anos, mas enfrentou uma perseguição significativa nas mãos de radicais hindus.

O grupo de vigilância sobre a perseguição religiosa em todo o mundo, Missão Portas Abertas classificou o país como o 11º pior lugar do mundo para os cristãos em sua lista de observação mundial para 2018.

Samuel e Benida, dois líderes de igrejas subterrâneas do ministério cristão de Nova Deli, disseram recentemente a The Christian Post que o Partido Bharatiya Janata do primeiro-ministro Narendra Modi procura garantir que o país continue sendo uma “nação hindu”.

Pastores cristãos foram espancados quando apontados como suspeitos de converter os hindus à fé cristã, as igrejas foram queimadas, enquanto os fundamentalistas hindus eram encorajados a continuar com a violência, segundo relatou Samuel.

“Os fundamentalistas costumavam vir à igreja apenas para perturbar os cultos de adoração. Agora, quando eles chegam, eles não apenas perturbam o culto, eles agridem o pastor muito severamente. Mesmo mulheres e crianças eles espancam, até os mais velhos”, disse ele ao site cristão.

“Há muitos, muitos incidentes que ocorreram onde há ataques contra pastores e pessoas, eles sempre batem em suas cabeças para que ele tenha um impacto máximo em sua vida. Se as vítimas não morrem, no mínimo passam a ter uma vida limitada, com sequelas”, finalizou.

 

Com informações Christian Post e Guiame
Imagem: Instagram/Anne Graham Lotz

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Igrejas são impedidas de funcionar na Ásia Central

As igrejas evangélicas do Turcomenistão, na Ásia Central, foram as únicas a não obter registro oficial do governo para funcionar. Por isso, enviaram uma carta apelando a ajuda do presidente Gurbanguly Berdimuhamedov para receber a licença. Na carta, é mencionado que o país alega ter liberdade de religião.

No documento, são citados vários exemplos de restrições impostas aos cristãos no país; além de pedir um prédio para realizar os cultos, as igrejas também pediram permissão para abrir uma livraria cristã.

Segundo o Portas Abertas, algumas pessoas já foram presas e igrejas tiveram batidas policiais durante seus cultos. Alguns até mesmo perderam seus empregos quando se tornaram cristãos.

Perfil do país

O Turcomenistão é uma ex-república da extinta União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), faz fronteira com Irã, Afeganistão, Uzbequistão e Cazaquistão. A independência nacional foi conquistada no início da década de 1990. Desde então, o país passou a integrar a Comunidade dos Estados Independentes (CEI) – bloco formado pela Rússia e as antigas repúblicas da URSS.

A população de 5.109.881 habitantes professa, em sua maioria (88,2%), a fé islâmica. Segundo o ‘Portas Abertas’, atualmente, existem 69.900 cristãos no país, que ocupa a 68º na Lista Mundial de Perseguição.

Ore para que Deus toque no coração do presidente Gurbanguly Berdimuhamedov, para que ele possa agir em favor da liberdade de religião que o país diz ter. Que mudanças aconteçam na prática e não somente na teoria. Interceda para que as igrejas tenham direito a um lugar de culto, e não precisem mais se reunir secretamente.

 

Com informações Brasil escola, Portas Abertas e Verdade Gospel
Imagem: reprodução web/ilustrativa

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EUA bloqueiam US$ 65 milhões de ajuda a palestinos e exigem nova postura sobre Israel

Na última terça-feira (16), a administração do presidente Donald Trump cortou dezenas de milhões de dólares da verba antes destinada a ajudar refugiados palestinos, exigindo que a agência da ONU responsável por estes programas faça uma “reavaliação fundamental”, segundo informou o Departamento de Estado dos EUA.

Em uma carta, o Departamento de Estado notificou a Agência de Socorro e Obras da ONU (UNRWA) que os EUA estão retendo cerca de US$ 65 milhões de uma parcela de financiamento de US$ 125 milhões. A carta também deixa claro que outras doações dos EUA dependerão de grandes mudanças por parte UNRWA, que foi criticada por Israel.

“Nós gostaríamos de ver algumas mudanças sendo feitas”, disse a porta-voz do Departamento de Estado, Heather Nauert, acrescentando que são necessárias mudanças na forma como a agência opera e é financiada. “Isso não tem como objetivo punir ninguém”.

O Departamento de Estado disse que estava liberando o restante da parcela – US $ 60 milhões – para evitar que a agência fique sem dinheiro até o final do mês e acabe fechando.

Os EUA são o maior doador da UNWRA, fornecendo cerca de 30% do orçamento do órgão internacional. A agência centra-se na prestação de cuidados de saúde, educação e serviços sociais aos palestinos na Cisjordânia, Faixa de Gaza, Jordânia, Síria e Líbano.

Centenas de milhares de palestinos fugiram ou foram forçados a sair de suas casas durante a guerra que levou ao estabelecimento de Israel em 1948. Atualmente, estima-se que 5 milhões de refugiados e seus descendentes, estejam espalhados por toda a região.

A Organização de Libertação da Palestina reagiu com raiva à decisão dos EUA, dizendo que isto está minando “o segmento mais vulnerável do povo palestino e privando os refugiados do direito à educação, saúde, abrigo e uma vida digna”.

“Isto também está criando condições que irão gerar uma maior instabilidade em toda a região e demonstrará que não tem remorso em atacar os inocentes”, afirmou a liderança da OLP em um comunicado.

O secretário-geral da U.N., Antonio Guterres, disse que não estava ciente da decisão, mas advertiu que a UNRWA fornece “serviços vitais”.

“Estou muito preocupado e espero fortemente que, no final, se mantenha o financiamento da UNRWA, em que os Estados Unidos têm uma parcela muito importante”, disse ele a repórteres na ONU.

O embaixador de Israel na U.N., Danny Danon, elogiou a decisão dos EUA, argumentando que a UNRWA usa a ajuda humanitária para apoiar a propaganda contra o estado judeu e perpetuar a situação dos palestinos.

“É hora desse absurdo terminar e é necessário que os fundos humanitários sejam direcionados para o seu propósito real: o bem-estar dos refugiados”, afirmou Danon em um comunicado.

Os EUA doaram US$ 355 milhões para a UNWRA em 2016 e deveriam fazer uma contribuição similar neste ano; a primeira parcela deveria ter sido enviada este mês. Mas depois de um tweet altamente crítico em 2 de janeiro de Trump sobre o auxílio aos palestinos, o Departamento de Estado optou por aguardar uma decisão de política formal antes de enviar sua primeira parcela.

O tweet de Trump expressou frustração pela falta de progresso em suas tentativas de negociar a paz entre Israel e Palestina, e questionou se as doações aos palestinos realmente deveriam continuar.

Nós pagamos aos palestinos centenas de milhões de dólares por ano e não conseguimos nenhuma apreciação ou respeito”, disse ele. “Mas, com os palestinos não querendo mais falar em paz, por que devemos com esses pagamentos maciços no futuro?”.

Os israelenses acusam a agência da ONU de contribuir para a militância palestina e permitir que suas instalações sejam usadas por militantes. Eles também reclamam que alguns funcionários do UNRWA estão tendenciosos contra Israel.

Nauert disse que os Estados Unidos acreditam que precisa haver mais “compartilhamento de fardo”, uma queixa regular de Trump sobre organizações multilaterais dependentes de contribuições significativas do dinheiro dos EUA.

“Nós não acreditamos que cuidar de outras nações e outras pessoas têm que ser apenas a responsabilidade dos Estados Unidos”, disse ela.

 

Com informações CBN News e Guiame
Imagem: reprodução

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Selo de governador de Jerusalém é encontrado e comprova registros bíblicos

Um selo de argila de 2.700 anos de antiguidade descoberto em Jerusalém foi apresentado na última segunda-feira (1) como uma primeira prova material da existência de um governador nessa cidade, segundo a autoridade de antiguidades israelense.

Este artigo redondo do tamanho de um botão foi encontrado em um edifício na explanada do Muro das Lamentações, na Cidade Velha de Jerusalém.

O selo data do século VI ou VII a.C. e demonstra a existência de um dirigente em Jerusalém, acrescentou a autoridade. Este período corresponde ao do primeiro templo judeu na Cidade Santa.

No objeto figuram dois homens trajados com vestidos um de frente para o outro e de mãos dadas, com o que parece ser uma lua entre as duas mãos.

Abaixo desta representação, vê-se uma inscrição em hebraico antigo que indica: “ao governador da cidade”, o que corresponde às funções do prefeito.

O selo parece ter sido colado a uma espécie de envio e servia “de logo ou de pequeno souvenir, enviado ao governador da cidade”, afirmou Shlomit Weksler Bdolah, que participa nas escavações no Muro das Lamentações.

“É uma descoberta pouco comum”, afirmou. Segundo ela, este selo confirma a menção feita pela Bíblia de um dirigente de Jerusalém.

“A importância dessa descoberta reside no fato de que até agora, só conhecíamos a expressão de ‘governador da cidade’ pela Bíblia”, explica. “É a primeira vez que encontramos esta menção em um contexto arqueológico”.

O selo não menciona o nome do dirigente de Jerusalém, mas Shlomit Weksle Bdolah acredita que faz referência à Cidade Velha, já que foi encontrado no mesmo edifício onde haviam sido encontrados outros objetos.

Os exames científicos que serão feitos em breve deverão confirmar o vínculo com Jerusalém, considera.

A lua que aparece no selo poderia ilustrar a existência de influências externas. “O que é interessante é que a lua é conhecida como um objeto de culto de culturas vizinhas”, revela.

 

Com informações G1
Imagem: reprodução web

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Israel não vai tolerar escalada militar do Hamas, diz Netanyahu

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, advertiu na última quarta-feira (27) ao movimento islamita palestino Hamas que não tolerará uma “escalada” militar, e ameaçou recorrer a “todos os meios” para defender seu país, de acordo com a agência ‘France Presse’.

O primeiro-ministro fez o alerta após o aumento das tensões e da violência provocadas com a decisão do presidente americano, Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como capital de Israel.

Desde o anúncio, no dia 6 de dezembro, 12 palestinos morreram durante confrontos na Faixa de Gaza e na Cisjordânia ocupada, enquanto lançam foguetes do enclave palestino, controlado pelo Hamas, em direção ao sul de Israel sem deixar vítimas.

“Não permitiremos e não toleraremos nenhuma escalada por parte do Hamas e de outros componentes terroristas contra o Estado de Israel”, afirmou o primeiro-ministro durante uma cerimônia em uma base aérea.

Tensão crescente

Desde o anúncio do presidente Trump, manifestantes palestinos se reúnem às sextas-feiras em frente ao muro na fronteira entre Israel e a Faixa de Gaza, o que dá lugar a lançamentos de pedras, aos quais soldados responderam com disparos.

Também há uma tensão crescente na Cisjordânia, onde nesta quarta-feira (27) dezenas de palestinos entraram em confronto com soldados israelenses, que lançaram gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes.

O primeiro-ministro reafirmou que Israel “não permitirá às forças militares iranianas estabelecer bases na Síria para nos atacar”.

Teerã, poderoso aliado do regime sírio de Bashar al Assad, envia à Síria “assessores militares” e “voluntários” para combater grupos rebeldes e extremistas.

 

Com informações G1
Imagem: reprodução web

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Príncipe Charles diz estar chocado com a perseguição aos cristãos no Oriente Médio

O Príncipe de Gales expressou seu desgosto com a perseguição aos cristãos no Oriente Médio em um emocionante discurso realizado na semana passada na Igreja St. Barnabas em Oxford, na Inglaterra.

Em sua mensagem, Charles reconheceu que os cristãos na Síria, Iraque e outros países do Oriente Médio enfrentam “tempos difíceis” e “terríveis provações”. Ele ainda pediu orações por aqueles que são “forçados a sair de suas casas diante da mais brutal perseguição por causa de sua fé”.

Charles também afirmou que está “profundamente chocado” com os níveis de abuso enfrentados pelos cristãos. “Essa perseguição bárbara é ainda mais perversa e terrível do que tantos cristãos parecem ignorar”, disse ele, pedindo aos cristãos ocidentais que orem e apoiem aqueles que enfrentam ataques no Oriente Médio.

“Como cristãos, lembramos naturalmente que o Nosso Senhor nos chamou a amar nossos inimigos e orar por aqueles que nos perseguem. Mas para aqueles que são confrontados pelo ódio e pela opressão, só posso começar a imaginar o quão difícil deve ser seguir o exemplo de Cristo”, ele acrescentou.

Fazendo uma referência a sua fé, o Príncipe Charles pediu aos cristãos que orem e “se comprometam a fazer o que puderem para ajudar a garantir que aqueles que estão em sofrimento tenham um ano mais brilhante do que o que passou”.

“É tão importante, nesta temporada do Advento e durante todo o ano, que os cristãos deste país e de outros lugares, que gozam dos direitos da liberdade de culto e expressão, se lembrem de fazer o que puderem para apoiar nossos companheiros cristãos, para quem a negação de tais direitos teve consequências profundas e dolorosas”, ele completou.

Com informações Guia-me
Imagem: reprodução web