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O louvor fruto do amor a Cristo

Que o seu louvor, o meu louvor, sejam frutos do nosso amor por Jesus!

Louvar é bendizer, quando bendizemos, falamos bem de alguém a todos a nossa volta. Damos testemunho da pessoa alvo de nosso louvor.

Assim é quando erguemos nossa voz em louvor ao nosso Deus.

É essencial a alma humana, depois de tocada pelo Santo Espirito de Deus, o mover por este mesmo Espirito, a vontade viva de exaltar o autor e consumador de nossa fé.

Quando louvamos a Deus exercemos:

  1. O testemunho que Deus é fiel à sua palavra
  2. O testemunho que Deus tem feito maravilhas e as opera em nós.
  3. O testemunho que o louvor fica bem em nossos lábios, pois, adoramos o único Deus vivo e verdadeiro.
  4. O testemunho da gratidão pela redenção em Cristo Jesus.
  5. E por ultimo, a face de Cristo no verdadeiro adorador, que o adora em espirito e em verdade.

Então amado, o fruto que produzimos quando louvamos, quando exercemos o bendizer, de todo nosso ser, de toda a nossa alma, a este Deus Soberano, são frutos movidos pelo amor a Cristo, frutos de uma vida rendida aos pés de Cristo, frutos de lábios que confessam a Cristo, como Senhor e salvador absoluto de nossas vidas.

Louve amado. Não deixe de adorar o Criador e Mantenedor. O Deus justo e verdadeiro, que um dia, deu a sua própria vida em favor daqueles que Ele de antemão escolheu, chamou e separou para si.

Isto é uma dádiva!!!

Que o seu louvor, o meu louvor, sejam frutos do nosso amor por Jesus!

Vamos lá?

Conte-nos sua experiência! Compartilhe conosco seu testemunho!

A paz de Cristo!


Texto por Kelley Gleidce, musicista, membro da Igreja Presbiteriana, onde também atua como professora na Escola Bíblica Dominical.

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Os cinco princípios do louvor

O seu louvor tem sido fruto do seu amor por Cristo? Os seus lábios tem professado nome de Jesus? Como tem sido o louvor oferecido por você? Compartilhe conosco sua experiência.

Em Colossenses 1 dos versos 13 ao 23, bem como em Hebreus 1, verso 3, a bíblia nos aponta os princípios bíblicos do louvor e o alvo de nossa adoração.

Na verdade, a palavra de Deus, está recheada de ensinamentos práticos sobre o louvor, mas, estamos fazendo de forma correta? Entendemos que a adoração é algo vindo do espirito, que transborda em louvor e esta, por sua vez, quando sincera, retorna ao Pai?

Baseados nos versículos citados acima, te desafio: O seu louvor tem sido por Ele e para Ele?

1. Tudo por Ele

Todas as coisas foram criadas por meio dele. Então nada pode ser adorado mais que Cristo. Na verdade é ele quem deve ser adorado. Por que ele é o Senhor de toda a criação e mantenedor da mesma.

2. Tudo para Ele

Como soberano e suficiente, Cristo não é apenas o Criador do universo, mas também o preserva.

3. Tudo por meio DELE

“Tudo foi feito por meio dele e para ele”. Sem Cristo, nada poderia subsistir. Tudo foi criado nele e em direção dele.

4. Tudo vem d’Ele

“Nosso Senhor e nosso Deus, tu és digno de receber a glória, a honra e o poder, porquanto tu és o Criador de tudo e, por tua soberana vontade, tudo o que há, foi criado e veio a existir”.

5. Tudo retorna a Ele

Portanto, a existência do Universo exige uma causa e seu funcionamento perfeito indica uma causa inteligente. Esse poder é a palavra de Deus, a sua palavra é a verdade, e a verdade é Cristo Jesus, o Senhor, digno de todo nosso louvor e adoração.

O seu louvor tem sido fruto do seu amor por Cristo?

Os seus lábios tem professado nome de Jesus?

Como tem sido o louvor oferecido por você?

Compartilhe conosco sua experiência.

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Por que devo louvar a Deus?

Louvar é Bendizer - 5 dicas para um louvor cristocêntrico

Você já se perguntou: “Por que devo louvar a Deus?”

Vou lhe mostrar diferentes respostas do porque você deve louvar ao Senhor.

E para responder a esta pergunta ressalto 8 quesitos do porque devo louvar ao meu Deus.

  1. Deus é bom.

A bondade de Deus excede todo o entendimento. (Salmo 135:3).

2. Deus é grande.

A grandiosidade de Deus é sem limite. (Salmo 135:5).

3. Deus é soberano.

Não há outro Deus que governe tudo e todos de forma                 (Salmo 135:6).

4. Deus é justo.

A justiça de Deus é perfeita. (Salmo 135:8-11).

    5. Deus é compassivo para com seu povo.

“E deu a sua terra em herança, em herança a Israel, seu povo.
O teu nome, ó Senhor, dura perpetuamente, e a tua memória, ó Senhor, de geração em geração. Pois o Senhor julgará o seu povo, e se arrependerá com respeito aos seus servos.” (Salmo 135:12-14).

    6. Ele é eterno.

Não há inicio, meio e fim em nosso Deus. Ele é sempiterno. (Salmo 135:13).

    7. Ele é real.

Nosso Deus não é um ser abstrato. Ele é concreto e totalmente verdadeiro. (Salmo 135:15-18).

   8. Ele está bem pertinho de você. (Salmo 135:13,14,21).

 

Então, qual é o seu motivo para louvar ao nosso Deus?

Seja qual for o seu momento, não deixe de louvar ao Senhor.

Estamos aqui de passagem, e um dia, voltaremos para o nosso lugar junto a Cristo, e lá, faremos parte de um grande coro.

E você? Está motivado para louvar ao Senhor?

 “Aleluia! Louvai o nome do SENHOR; louvai-o, servos do SENHOR” (Salmo 135:1).

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9 coisas que você precisa saber sobre os hinos cristãos

9 coisas que você precisa saber sobre os hinos cristãos.

Essa semana relembramos 147 anos da morte de Charlotte Elliott, autora do hino “Tal qual estou“. Billy Graham disse que sua equipe usou este hino em quase todas as suas cruzadas, e o historiador da hinologia Kenneth Osbeck escreveu que Tal Qual Estou “tocou mais corações e influenciou mais pessoas para Cristo do que qualquer outra canção já escrita”.

Separamos nove coisas que você deve saber sobre uma das formas musicais mais importantes da história da igreja.

1. Um hino é uma canção religiosa ou poema de louvor a Deus cantado durante o culto cristão, geralmente por toda a congregação

O canto ou composição dos hinos é chamado de hinódia, enquanto um escritor de hinos é conhecido como um hinodista. Uma coleção de hinos é chamada de hinário. Um estudante de hinologia é chamado de hinologista, e o estudo acadêmico de hinos é chamado hinologia.

2. O termo hino é derivado do grego hymnos

O termo significa “canção festiva ou ode em louvor a deuses ou heróis”, usado na Septuaginta (primeira tradução grega das escrituras hebraicas) para traduzir várias palavras hebraicas que significa “canção louvando a Deus”.

3. A música à qual um hino pode ser cantado é conhecida como melodia do hino

Muitos hinos ingleses foram escritos em uma métrica em particular (ou seja, um número específico de sílabas para as linhas em cada estrofe de um hino) para que pudesse ser cantado com uma música já conhecida pela congregação. Por exemplo, “Preciosa Graça” (“Amazing Grace”) é escrito em compassos comuns (8.6.8.6) e cantado ao som da música tradicional conhecida como “New Britain”.

4. As referências mais antigas da hinologia cristã vêm no Novo Testamento

Duas referências são feitas nos Evangelhos (Mateus 26:30 e Marcos 14:26), provavelmente referindo-se ao canto dos Salmos. O hino também é mencionado em Atos 16:25; 1 Coríntios 14:26; Efésios 5:19; Colossenses 3:16; e Tiago 5:13.

5. Até o século XVIII, a maioria dos hinos nas igrejas consistia em cantar os salmos inspirados

Durante a Reforma Protestante, alguns reformadores, como Martinho Lutero, começaram a incluir hinos, enquanto outros como João Calvino mantiveram um princípio de salmodia exclusiva. O hinodista britânico Isaac Watts foi chamado de “o libertador do hino inglês” por ajudar a passar do canto exclusivo do salmo para os hinos. Como Robin A. Leaver diz, Watts acreditava através da salmodia “apenas os temas da Antiga Aliança eram costumeiramente cantados entre o povo da Nova Aliança”. Em seu prefácio ao Hymns and Spiritual Songs (1707), Watts escreveu:

“Enquanto estamos acendendo o Amor Divino pelas Meditações da amorosa Bondade de Deus, e pela Multitude de suas ternas Misericórdias, dentro de alguns Versos, uma terrível Maldição contra os Homens é proposta aos nossos Lábios; Que Deus acrescentaria a Iniquidade sobre Iniquidade, não os deixaria entrar na Sua Justiça, mas os apagaria do Livro dos Vivos (Salmos 69, 16, 27, 28). que é tão contrário ao Novo Mandamento, amar nossos Inimigos.” [Ênfase no original]

6. A referência mais antiga pós-Novo Testamento à hinologia vem de uma carta que o estadista romano Plínio, o Velho, enviou ao imperador Trajano (c. 113 dC)

A carta descreve seu interrogatório sobre os cristãos:

“Afirmaram, contudo, que a soma e a substância de sua falha ou erro havia sido o fato de estarem acostumados a se reunir num dia fixo antes do amanhecer e cantarem com atenção um hino a Cristo como a um deus, e se ligarem por juramento, não a algum crime, mas a não cometer fraude, roubo ou adultério, não falsificar a verdade, nem se recusar a devolver uma confiança quando for solicitado a fazê-lo.”

7. Charles Wesley, o irmão mais novo do fundador metodista John Wesley, escreveu 8.989 hinos

Wesley escreveu uma média de 10 versos todos os dias durante 50 anos e completou um hino todos os dias. Durante sua vida, ele nunca ouviu seus colegas metodistas cantarem seus hinos no culto dominical. Na época, os metodistas ainda faziam parte da Igreja Anglicana, e a Igreja da Inglaterra não aprovou oficialmente o canto dos hinos até 1820 – 32 anos após a morte de Wesley.

8. Embora Fanny Crosby não tenha começado a escrever hinos até os 40 anos, ela se tornou uma das mais fecundas hinodistas da língua inglesa

Acredita-se que Crosby tenha produzido cerca de 9.000 obras, embora, como observa a Encyclopaedia Britannica , “o número exato seja obscurecido pelos numerosos pseudônimos (até 200, segundo algumas fontes) que ela empregou para preservar sua modéstia”. Um homem fingindo ser médico fez com que Crosby fosse cegada quando criança; mesmo assim ela considerou sua condição uma bênção. “Se a visão terrena perfeita me fosse oferecida amanhã, eu não a aceitaria”, disse Crosby. “Eu poderia não ter cantado hinos para o louvor de Deus se tivesse me distraído com as coisas belas e interessantes sobre mim.”

Fanny Crosby é autora de A Deus demos Glória, Que Segurança, Quero estar ao pé da Cruz, Quero o Salvador comigo, dentre muitos outros hinos entoados por diversas denominações cristãs, em diversas traduções.

9. Agostinho definia hino como “uma canção de louvor a Deus”

Os músicos modernos tendem a distinguir entre hinos e outras formas de música da igreja, como adoração e canções de louvor. Mas Agostinho tinha uma definição mais ampla e abrangente de hino. Em seu comentário sobre o Salmo 148 , Agostinho disse:

“Sabe o que é um hino? É uma canção com louvor a Deus. Se você louva a Deus e não canta, você não pronuncia um hino; se você canta e não louva a Deus, você não pronuncia um hino; se você elogia qualquer outra coisa, que não pertence ao louvor de Deus, embora você cante e louve, você não pronuncia nenhum hino. Um hino então contém essas três coisas: canções e louvores, e a Deus. O louvor a Deus na música é chamado hino.”


Joe Carter é editor do The Gospel Coalition, editor da NIV Lifehacks Bible, e co-autor do livro How to Argue Like Jesus: Learning Persuasion from History’s Greatest Communicator. Ele serve como presbítero na Grace Hill Church em Herndon, Virginia, EUA.

Texto publicado originalmente em The Gospel Coalition.

Tradução: Luciana, equipe Visão Cristã.

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4 parâmetros sobre a musica que agrada a Deus

Quando louvamos a Deus, entoando cânticos de louvor, estamos sendo inspirados pelo seu Santo Espirito a fazê-lo. Destacamos então, quatro parâmetros sobre a musica que agrada ao nosso Deus

Quando louvamos a Deus, entoando cânticos de louvor, estamos sendo inspirados pelo seu Santo Espirito a fazê-lo.

Davi, no salmo 40:3 retrata esta afirmação de forma singela e declara:

“Pôs um novo cântico na minha boca, um hino de louvor ao nosso Deus.
Muitos verão isso e temerão, e confiarão no Senhor.”

Destacamos então, quatro parâmetros sobre a musica que agrada ao nosso Deus:

1. Original

A musica que entoamos deve ser original e fundamentada na verdade, a palavra de Deus. Ela não deve ser originada em outra musica e letras sem sentidos, e sim única.

2. Natureza

A força motriz, o inicio, de onde ela provem é do próprio Deus. E quem inspira a letra e melodia é seu Espirito Santo.

3. Propósito

A musica deve ter proposito. A quem direciono o meu louvor? Se ela vem de Deus, ela retorna para o próprio Deus.

4. Resultado

O louvor deve produzir mudança de vida, restauração em quem canta e quem ouve.

Qual foi sua experiência com louvor em sua igreja?

Compartilhe conosco o que Deus tem feito em sua vida e qual o efeito do louvor em uma vida de santidade e adoração a este Deus maravilhoso!


Texto por Kelley Gleidce, musicista, membro da Igreja Presbiteriana, onde também atua como professora na Escola Bíblica Dominical.

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11 critérios para julgar as artes

O cristão pode consumir músicas, filmes, entretenimento do "mundo"? Certamente devemos reconhecer que é apropriado testarmos tudo, nos apegarmos ao que é bom e nos abstermos de toda forma de mal, pois a Escritura nos manda fazer isso. Como o cristão deve julgar as artes?

Muitas vezes, em artigos de revistas, no rádio e na televisão, e no púlpito encontramos pregadores e comentaristas condenando todo tipo de literatura, música, artes visuais, teatro e filmes“Nenhum cristão deveria assistir a este filme … escutar essa música … ler este livro.” Certamente devemos reconhecer que é apropriado testarmos tudo, nos apegarmos ao que é bom e nos abstermos de toda forma de mal, pois a Escritura nos manda fazer isso. (No contexto de 1 Tessalonicenses 5: 20-22, estas palavras de Paulo são escritas sobre o discernimento da profecia, mas podemos aplicá-las apropriadamente à forma como pensamos sobre as artes também.) 

Então, o discernimento é necessário. A questão é: como devemos nos dedicar à tarefa de testar tudo e se agarrar ao que é bom? 

A seguir estão os inícios de uma lista sugerida de critérios apropriados. 

 1. A presença de um presente 

O dom de Deus é evidente no trabalho de um compositor ou intérprete de música, poeta ou romancista, pintor, escultor ou cineasta? Devemos fazer esta pergunta sobre a presença de talentos para todos os artistas, sejam cristãos ou não. 

2. Desenvolvimento do dom concedido por Deus 

Devemos procurar o desenvolvimento dedicado dos dons dos artistas através do aprendizado humilde de outros, através da prática, e através da aplicação fiel – em outras palavras, através do trabalho duro como o artista vive como um bom mordomo do presente que Deus deu. 

 3. Serviço dos outros além da autoexpressão 

O artista está usando seus dons para os outros, bem como para sua própria realização? Se a criação da arte ou a sua performance é puramente egocêntrica, mesmo um grande artista não alcançará o seu pleno potencial, pois Deus nos fez ser centrados no outro. Isso será verdade tanto para artistas crentes quanto para artistas não crentes.

4. Respeito pelas tradições da disciplina de um 

Existe uma submissão humilde às regras da disciplina, respeito pelas suas tradições e uma disposição para encontrar a liberdade de expressão dentro dessas formas e dentro das formas da ordem criada de Deus? Como em todas as outras áreas da atividade humana, ficamos sobre os ombros daqueles que vieram antes de nós e são apoiados por aqueles que estão ao nosso lado. 

 5. A presença da verdade 

Esta obra de arte é verdadeira? Em outras palavras, esta obra de arte está de acordo com a realidade? Mesmo quando uma pessoa se recusa a se curvar diante do Senhor, ela deve viver no mundo do Senhor, e assim, a arte de tal pessoa terá que estar em contato com a realidade em algum nível, não importando o que ela possa acreditar . Deste modo, toda arte genuinamente grande apelará universalmente por causa deste elemento de veracidade ao mundo como Deus o fez e ao mundo de nossa existência humana. 

 6. Há bondade moral? 

Precisamos trazer qualquer obra de arte diante do padrão moral. Não estou sugerindo que possamos julgar e dispensar prontamente os trabalhos porque eles têm nudez, violência, sexo explícito, blasfêmia ou xingamentos. Nossos julgamentos devem aprender a ser mais sábios do que esses testes simples. Basicamente, devemos estar preparados para fazer perguntas sobre a intenção moral do artista. O propósito de um trabalho é depravar ou corromper? Se uma obra contém comportamento imoral ou mal, qual é o contexto? Deveria ser evidente para nós que a Bíblia contém muitos relatos de comportamento iníquo, às vezes muito retratados graficamente. As obras de arte não devem necessariamente ser condenadas porque contêm tais pecados e violências; ao contrário, contexto e intenção sempre precisam ser considerados. 

7. Continuidade da forma e conteúdo 

Precisamos fazer perguntas sobre a continuidade apropriada entre a forma e o conteúdo de uma dada obra de arte. A forma que o artista escolheu é aquela que trabalha com ou contra a mensagem da peça que o artista está criando? 

 8. Excelência técnica 

Na arte, como em qualquer outra área do empreendimento humano, precisamos buscar excelência técnica. Para o cristão, especialmente, o bom trabalho feito com fidelidade é honrar a Deus. Procuramos trabalho que é bem feito e temos prazer sempre que nos deparamos com o que é genuinamente excelente. 

 9. Integridade do artista 

Quão bem a obra de arte reflete a integridade do artista? O trabalho é verdade para quem é o artista? Ou é meramente na moda ou comercial, ou até falso para as próprias convicções e compreensões do artista? Existe integridade no coração quando se faz o trabalho dele? 

 10. Integridade do trabalho 

Existe integridade no trabalho em si? Por exemplo, todos nós sabemos que existe uma diferença entre sentimento genuíno e sentimentalismo. Isso é verdade na pintura, na escrita, na música e em todas as outras disciplinas artísticas. O artista procura manipular nossa resposta emocional por truques baratos, ou o artista procura gerar uma resposta emocional genuína pelo poder do trabalho? 

 11. Simplesmente entretenimento! 

Por último, devemos estar cientes de que o entretenimento simples é bom em quase todas as formas de arte, pois Deus realmente nos criou para desfrutar de seus dons e para desfrutar dos dons uns dos outros. A arte humana, assim como a arte de Deus, nem sempre tem um propósito “mais alto” do que o prazer – o nosso e o de Deus. Muitas vezes assistimos a um filme, ouvimos música, lemos um livro ou penduramos uma pintura simplesmente porque gostamos de fazê-lo. O que importa aqui é o propósito ou o tipo de arte em questão. Essa peça de arte tem sucesso, para mim, no que se propõe a fazer? 

 


Adaptado de Ecos do Éden: Reflexões sobre o cristianismo, literatura e as artes por Jerram Barrs. 

Originalmente publicado em inglês como: “ 11 Criteria for judging the arts” por Jerram Barrs. Usado com permissão da Crossway, a publishing ministry of Good News Publishers, Wheaton, IL 60187, www.crossway.org. 

Traduzido por Igor José Santos Ribeiro

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A postura da igreja diante da indústria cultural gospel | Paulo Cézar (Grupo Logos)

Em palestra no Consciência Cristã, Paulo Cézar (Grupo Logos) compartilha suas percepções a respeito da indústria gospel a partir da sua vivência enquanto músico cristão.

Paulo Cézar afirma que em suas pesquisas encontrou diversas críticas à indústria gospel, voltadas tanto para os artistas quanto para o sistema por trás deles. Há uma crítica muito grande a respeito da ganância financeira envolvida no sistema.

Atualmente, há muitos artistas cristãos com muito potencial, mas que infelizmente não têm visibilidade. Por outro lado, muitas vezes, músicos que entram no esquema da indústria gospel entram com boas intenções, mas com o tempo passam a ser quem querem que eles sejam

Há algo positivo na indústria gospel

Antigamente, havia uma falta de qualidade técnica entre os músicos cristãos. Era comum que os músicos tivessem um profundo relacionamento com Deus, mas não buscasse tanto o estudo de seu instrumento e da teoria musical. Paulo Cézar afirma acreditar que a indústria musical gospel encorajou que os músicos viessem a se aprimorar, buscando qualidade musical. Há também a vantagem do alcance maior dos materiais produzidos por músicos e ministérios

Industrialização

Industrializar é criar algo novo a partir de uma matéria prima já existente. No caso da indústria gospel, a cultura evangélica tem sido alterada de diversas maneiras.

A tendência substitutiva do cultura a Deus pelo show do artista gospel. Como resultado disso, nossos templos têm se transformado em teatros e os artistas

Inibição da criatividade da igreja pelo modelo imposto pela mídia.

Há uma moda que impede que as pessoas criem de acordo com o contexto da igreja, repetindo o padrão sustentado pelo sistema.

Os malefícios da indústria gospel incluem igrejas que se transformaram em shows, e esvaziamento daquelas que “teimam” em seguir a palavra. Esse fenômenos já aconteceu em outros países, que até hoje sofrem as consequências disso. É preciso acordar para essa realidade da igreja brasileira

Assista a mensagem completa na plataforma Blesss

Nessa palestra, Paulo Cézar fala ainda sobre o aspecto da perda da essência dos conceitos de Deus, trocadas por músicas sem conteúdo, chavões, performances e imitações.

Com o objetivo de edificar a igreja de Cristo, a Vinacc desenvolveu a plataforma Blesss. Nesse projeto você pode encontrar essa e outras mensagens completas, em vídeos exclusivos de diversos preletores. São pacotes temáticos para um aprendizado centrado na palavra de Deus. Clique aqui e confira.


Paulo Cezar

Paulo Cezar da Silva, ou simplesmente Paulo Cezar (Rio de Janeiro, 15 de fevereiro de 1950) é um cantor, compositor, produtor musical, multi-instrumentista e arranjador brasileiro, mais conhecido por ser o vocalista e principal compositor do Grupo Logos. Durante a década de 70, fez parte do Grupo Elo.

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Música como um instrumento missionário | Paulo Cézar – Grupo Logos

Em palestra ministrada no Encontro para Consciência Crista, Paulo Cézar fala sobre a música como instrumento missionário e faz um panorama crítico da indústria gospel brasileira.

O músico que atuou por vários anos no Grupo Logos compartilha um pouco dos desafios da caminhada missionária e motivos que devemos levar em conta para produzirmos uma obra musical genuinamente missionária com objetivo de expansão do Reino de Deus.

“Estamos em uma guerra muito maior do que nós mesmos possamos imaginar. Deus vai levantar jovens que conhecerão a guerra em que vivemos e a enfrentarão com as forças do Senhor em sua vida. As oportunidades aparecerão, talvez sejam alçapões, talvez sejam ocasiões que só aqueles que estão empenhados para fazer a vontade de Deus saberão utilizar para ser luz no meio das trevas.”

O ministério da música na vida de Paulo Cézar

O músico do grupo Logos compartilha que depois da experiência com Cristo Jesus entendeu que apesar de ter nascido em família de músicos, seu propósito em relação a música ia além disso. Muito antes da fundação dos séculos somos separados para uma escolha de salvação e também ministerial.

A música em si mesma é simplesmente um conceito, ou seja, uma fusão de notas e símbolos que só são captadas pelas pessoas quando executadas por algum instrumento ou aparelho. Paulo Cézar compartilha que nunca tinha imaginado em ver suas músicas tocando nos lares ou carros das pessoas. Nunca havia pensado em usar a música como canal para evangelização. Esse pensamento se deu porque fazia música por prazer e não por pretensão alguma, nem de ganhar dinheiro.

Um dia Deus converteu seu coração a Cristo e começou a direcioná-lo quanto a seu chamado. Depois disso passou pelo seminário e o Senhor começou a abrir as portas para o ministério de evangelização. Desde então, houve uma ligação muito estreita entre a música e tudo aquilo que fazia. Nesse processo, ele diz que foi ficando cada vez mais convicto de que a música e ele estariam fundidos na missão de transmitir o evangelho do Reino, em toda sua amplitude.

“Se Deus tem chamado seu coração, quanto mais você demorar, pior.”

Por que a música é instrumento missionário?

A música faz parte da vida das pessoas

Ninguém vive sem música, ela está até no vento que sopra na janela do seu apartamento.

A música tem entrado em todos os ambientes

A música pode ser ouvida por muitos ou poucos

Pode ser popular no sentido de alcance, como no caso de um estádio com milhares de pessoas ouvindo a mesma música; ou pessoal, quando um indivíduo a ouve no particular de seu quarto.

A música é de fácil manuseio

Antigamente eram utilizados discos em grandes e aparelhos, hoje em dia já é possível utilizar pen-drives e aparelhos cada vez menores.

A música tem poder de persuadir e direcionar as pessoas

Quando a música é um instrumento missionário?

Quando é escrita com a intenção de falar à alma das pessoas.

Quando ela se aproxima da necessidade do povo.

Se eu quero falar ao coração de alguém preciso conhecer a crise dessa pessoa e da sociedade.

Quando ela apresenta uma mensagem pura da parte de Deus.

Quando mais puder organizar poeticamente o versículo e a mensagem a serem transmitidos, menos risco eu terei da música ser vulgar.  

Quando não camufla o evangelho.

Se eu começar a pensar que sou um artista gospel e não um missionário evangélico, a coisa vai pegar. Ninguém vai ser salvo por ser “gospel”, só será salvo pelo evangelho. Só o evangelho tem poder para salvar.

Sendo bem produzida e bem apresentada.

Não pense que por ser para o Senhor pode ser de qualquer jeito. Se eu tenho tempo para fazer um arranjo elaborado, ensaios produtivos e fazer coisas bonitas, eu o farei. Improviso é profissional, não deve ser de última hora. Pessoas no ministério musical devem pensar que o Senhor não vai produzir bons efeitos se a música não for feita com ordem, decência e organização.

Sendo semeada em todas as oportunidades que tivermos.

Assista a mensagem completa no Blesss

Na segunda parte dessa mensagem, Paulo Cézar fala sobre aspectos mais diretos da utilização música como instrumento missionário.

Com o objetivo de edificar a igreja de Cristo, a Vinacc desenvolveu a plataforma Blesss. Nesse projeto você pode encontrar essa e outras mensagens completas, em vídeos exclusivos de diversos preletores. São pacotes temáticos para um aprendizado centrado na palavra de Deus. Clique aqui e confira.


Paulo Cézar

Paulo Cezar da Silva, ou simplesmente Paulo Cezar (Rio de Janeiro, 15 de fevereiro de 1950) é um cantor, compositor, produtor musical, multi-instrumentista e arranjador brasileiro, mais conhecido por ser o vocalista e principal compositor do Grupo Logos. Durante a década de 70, fez parte do Grupo Elo.

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Jesus Culture çança CD em português

Os fãs brasileiros do ministério norte-americano Jesus Culture terão uma ótima surpresa ainda neste ano. O grupo musical decidiu presentear os adoradores do Brasil com um CD totalmente em português.

Contendo 12 faixas que incluem canções congregacionais famosas dentro das Igrejas, como “Amor sem fim”, “Teu amor não falha” e “Santo Espírito”, o CD “Jesus Culture em Português” deverá ser lançado ainda na primeira quinzena de novembro.

“Nos esforçamos muito para que a igreja no Brasil tivesse o álbum em sua língua e pudesse alcançar a muitos com sua mensagem poderosa, que é a mensagem de Jesus”, disse Kim Walker, membro do grupo. A distribuição será realizada pela gravadora brasileira Onimusic, a mesma que também distribui os discos do Ministério Diante do Trono, Fernandinho e outros.

Liderados por Kim Walker-Smith e Chris Quilala, o Jesus Culture tem a proposta de levar pessoas ao encontro do amor de Deus por meio da adoração e do louvor. O grupo já se apresentou no Brasil em duas oportunidades, uma em 2012, em São Paulo e Brasília, e em 2015, quando sete cidades receberam o ministério.

A banda foi formada através de um movimento, cujo foco era equipar a geração para que ela seja influenciadora na sociedade. A equipe é muito engajada neste movimento, pois os membros se uniram com um único propósito: trazer pessoas ao encontro do amor de Deus através da adoração, e as discipular para que transformem a sociedade.

Faixas do CD Jesus Culture em Português:

01. Feroz

02. Existe um Rio

03. Cantamos

04. Teu Amor Não Falha

05. Teu Nome é Glorioso

06. Amor Sem Fim

07. Mostra-me Tua Glória

08. Quero Conhecer

09. És Tudo Para Mim

10. Santo Espírito

11.Aleluia

12.Nos Ama

Com informações Portalo do Trono
Imagem: Reprodução

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Rebanhão gravará novo DVD em novembro! Relembre 7 sucessos da banda

O Rebanhão

Rebanhão é uma banda cristã da década de 80, conhecida por popularizar o rock dentro de ambientes cristãos, além de arranjos em outros ritmos como baião e música caipira. Foi uma das pioneiras na inserção da música popular na igreja. A banda esteve ativa até o ano 2000, quando entrou em hiatus, retornando em 2014 com os 3 integrantes de maior duração: Pedro Braconnot, Carlinhos Felix e Paulo Marotta, além do baterista Pablo Chies e diversos músicos convidados.

Gravação do DVD

Desde sua formação, em 1979, o grupo gravou 9 álbuns em estúdio. Nesse ano se prepara para gravar o segundo DVD no dia 5 de novembro, em comemoração aos 35 anos da banda. O evento será realizado na Igreja Assembléia de Deus Vitória em Cristo, no Rio de Janeiro, e mais informações podem ser obtidas no site da banda.

 

Relembre os grandes sucessos dessa banda que inspirou uma geração e foi trilha sonora da vida de muitos cristãos.

 

  1. Palácios

 

  1. Primeiro amor

 

  1. Nele você pode confiar

https://www.youtube.com/watch?v=qV_bi-DK9hk

 

  1. Baião

 

  1. Elo perdido

 

  1. Casinha

 

  1. Jesus é amor

https://www.youtube.com/watch?v=iEUmZBPFuus